Mostrando postagens com marcador Atividade Recreativa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Atividade Recreativa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 31 de março de 2015

EQUILIBRANDO FORÇAS



Material:  uma garrafa (ou recipiente com boca estreita), um rolo de barbante.
Cada um está com quatro metros de barbante na mão. É hora de formar uma grande roda. Cada um segura numa ponta do seu barbante e entrega a outra ponta para o educador que deverá estar no centro da roda. Depois de unir todas as pontas, ele dará um grande nó, colocando uma varetinha de churrasco no grande nó. Um garrafa será colocada no chão, no centro da grande roda.
Cada um segura o seu barbante esticado (mas sem puxar com força) e, “juntos” farão a vareta descer e entrar pelo gargalo da garrafa, mas sem caminhar para o centro da roda.
Tudo deve ser feito em silêncio, usando apenas o sentido de trabalho em grupo, concentrando os esforços num objetivo comum. Depois da primeira conquista, girar a roda para que possam tentar outra vez, agora de outro ângulo.

FIGURAS E SONS




Material: figuras em cartolina; instrumentos de bandinhas.
Recortar em cartolina um círculo, um triângulo, um quadrado e um retângulo. Em seguida tocar quatro instrumentos de bandinha como, por exemplo, tamborim, sino, pandeiro e pauzinhos, até que as crianças identifiquem bem os sons. Combinar a representação de cada instrumento por uma das figuras recortadas. Faça uma demonstração para que as crianças associem os sons às figuras. Em seguida, o educador esconde-se e toca uma seqüência de dois ou três sons enquanto uma criança previamente escolhida arruma no flanelógrafo as respectivas figuras. Depois, inverter a atividade: o educador apresenta a seqüência das figuras e a criança toca os respectivos instrumentos. Começar com apenas dois sons. Aumentar gradativamente a dificuldade, tocando os sons mais rapidamente.

ONDE ESTOU ?


Material: venda para os olhos.
Participantes em círculo. O educador venda os olhos de um, cuja tarefa será chamar uma pessoa e localizá-la. A um sinal, a posição dos participantes se altera e o que estiver com os olhos vendados   (no centro) chama um colega pelo nome. Este responderá e o que está no centro procurará localizar e tocar o colega. Este não deverá mudar de lugar. Se depois de três tentativas o jogador de olhos vendados não conseguir encontrar o colega chamado, o jogo continua com outro no centro do círculo

AS ATIVIDADES



 Para que as práticas educativas alcancem, de modo mais amplo, os nossos objetivos, propomos que em cada reunião se desenvolva um conjunto de experiências de aprendizagem com a ordenação apresentada no quadro I. O mesmo esquema pode também ser usado nas reuniões de adultos e idosos, adequando-se as atividades dinâmicas aos  interesses da faixa etária (exercícios de yoga, jogos de integração..)

  •  As atividades dinâmicas, ao início dos trabalhos, têm por objetivos:
-reunir e integrar o grupo de forma prazerosa;
-desenvolver habilidades psicomotoras;
-fortalecer atitudes de cooperação, respeito, decisão para superar  dificuldades etc.
Observação: Nas primeiras reuniões de grupo sugerimos realizar jogos de integração para melhor conhecimento dos participantes.
  •  As atividades  introdutórias devem estar relacionadas com o tema principal do encontro, predispondo, sensibilizando e, principalmente, facilitando a compreensão do que vai ser tratado. Podem ser as mais variadas: uma   demonstração, observação de gravuras, uma pequena lenda, um provérbio para reflexão etc.

  • As atividades reflexivas devem propiciar:
- observação e análise de uma situação imaginária ou da vida real, histórias, biografias etc.
- debates, questionamentos, em que o participante possa expor livremente sua opinião, sentimento ou dúvida.
- reflexão sobre as contribuições do grupo, sendo o papel do coordenador de ouvir, acatar (mas não necessariamente concordar), devolver questionamentos ao grupo e conduzir o raciocínio, para que cheguem a uma conclusão coerente com os objetivos da reunião.
  • As atividades criativas, tem por finalidade: estimular a expressão, de forma espontânea, dos conteúdos e sentimentos construídos. Não podemos deixar de estimular as atividades artísticas, através da música, dança, teatro ou artes plásticas. Na expressão artística cada um conecta com sua realidade íntima. É recurso de autoconhecimento e elevação.
Como nos diz Walter O. Alves, em “Práticas Pedagógicas na Evangelização”, “existem estados vibratórios ou sentimentos que o intelecto, por si só, não atinge.(...) A arte, contudo, nos permite atingir esses estados superiores, elevando nossa vibração. Importante que, depois de propostas as atividades, devem ter um mínimo de intervenção do educador para que cada um desenvolva sua capacidade criativa, seja no trabalho individual ou em grupo. Não deve haver, pois, comparações, a não ser em relação ao progresso do próprio indivíduo. Destaques só devem existir em relação ao esforço próprio.
Reconhece-se que, para Educação, o processo mental é mais importante que o produto. A criatividade é uma experiência vital no ser humano e, portanto, todos somos capazes de criar. Emmanuel afirma: “O Criador, ao criar a criatura, colocou o poder de criar”.
  •  Esta ordenação de atividades pode ser alterada, conforme a situação. Por exemplo, quando a atividade dinâmica (inicial) for relacionada ao assunto de tal forma que preencha a finalidade  da atividade introdutória, esta pode ser suprimida.
  •  Com os grupos infanto-juvenis não há necessidade de realizar todas as atividades num mesmo local. Pode-se dar, por exemplo, a atividade dinâmica no pátio e as demais em uma sala, ou à sombra de uma árvore, desde que haja as condições para o bem estar do grupo e o silêncio necessário aos momentos de recolhimento e de participação

  • O tempo total do encontro, pode durar de uma a duas horas. Não se tornará cansativo pela diversidade das atividades.Quando  houver   necessidade o  educador poderá destinar a reunião posterior para o desenvolvimento da atividade criativa.
Porém não se deve deixar de encerrar cada reunião com as atividades finais (harmonização e auto-avaliação). Dependendo do interesse, o tema poderá ser retornado ou até desdobrado em reuniões posteriores .

  •  Paralelamente aos encontros, programar atividades de cooperação na UPI ou na comunidade (nesse último caso sempre com a presença do educador), em outros dias da semana, sem prejuízo das atividades escolares. O educando, assim, pratica a solidariedade que aprende e beneficia-se da convivência de respeito e harmonia oferecida pelo educador e pelo ambiente da UPI, tendo a oportunidade de ajudar com os próprios recursos).
  •  A orientação para os momentos de harmonização e auto-avaliação vem detalhadas em capítulos seguintes.
“Estimular a dimensão espiritual do homem, anestesiada pelo pragmatismo  de nossa cultura, é o grande propósito da educação holística.”
(cardoso, clodoaldo m. - “A Canção da Inteireza”
 

QUADRO I - A REUNIÃO: TIPO, OBJETIVOS, ORDENAÇÃO DAS ATIVIDADES


Momento
Tipo
Objetivos
Exemplos
1º
Atividade Dinâmica
Integrar e desenvolver o grupo
Atividades dirigidas: jogos de integração, danças, músicas com expressão corporal, rodas cantadas, jogos recreativos, ioga, exercícios de linha, ginca-nas etc.
2º
Harmonização
Relaxar, harmonizar e concentrar.
Música suave, relaxamento corporal, respiração ritma-da.
3º
Atividade Introdutória
Predispor, sensibilizar e facilitar a compreensão do assunto.
Conversação, perguntas, demonstração, observação, projeção de imagens, dinâ-micas de grupo.
4º
Atividade Reflexiva
Oferecer subsídios para analisar, debater, concluir, assumir compromisso com a prática.
Histórias, casos, situações–problemas e outras dinâmicas pedagógicas, análise de letras de músicas e de poesia, provérbios etc.
5º
Atividade Criativa
Estimular a expressão do conhecimento refletido; favorecer emocionalmente a sua internalização.
Artes plásticas, artes cênicas, ritmo e som (criações coletivas ou indi-viduais)...
6º
Harmonização Prece
Relaxar, visualizar, usufruir momento de paz interior, agradecer.
Música suave, relaxa-mento corporal, respiração ritmada, visualização,   prece.
7º
Auto-Avaliação
Auto-avaliação oral do interesse pelo assunto/ atividade, das emoções sentidas e, nos grupos infanto-juvenis, da conduta durante os trabalhos.
  Técnicas de feedback

quinta-feira, 19 de julho de 2012

- JOGOS DE DESENHO/ PINTURA




Os participantes, geralmente, apresentam certas inibições nessa atividade. É importante começar com jogos simples (de desenho), onde todos participem. Exemplo: Colocar no centro do círculo uma folha de papel bem grande e canetas hidrográficas. Cada participante pode desenhar o que quiser ou continuar um traço que já estava iniciado. Interrompe-se o desenho e outro continua. São permitidos todos os tipos de linhas possíveis. A atividade deve ser feita em silêncio e, se preferir, com uma música suave, ao fundo. Deve-se estabelecer previamente um tempo para desenhar.
A partir daí outros jogos devem ser introduzidos e ao final de cada atividade recomenda-se uma avaliação para que cada um diga como se sentiu, o que mais ou menos o agradou, como se sente trabalhando sozinho ou em grupo, etc.

1- Arte em partes
Material: uma folha grande de papel dobrada de forma sanfonada e lápis ou canetas hidrocor.
Dobrar o papel de forma sanfonada. Combinar o que irão desenhar. Exemplo: uma casa. Um participante desenha o telhado e dobra o papel de modo que o outro não veja. O seguinte desenha o corpo da casa com janelas e portas; um outro desenha o jardim. O tema pode ser trocado por um animal, especificando-o (elefante, cachorro, passarinho, etc)



Variação: O jogo pode ser desenvolvido sem que os colegas vejam. O disparate provoca riscos.
2- Desenho no ar (individual)
Material: papel e lápis.
Com o braço esticado no ar desenhar círculos e formas ovais. Faça o mesmo com a outra mão. Tente agora fazer com as duas mãos juntas, mas em sentidos opostos. Fazer três exercícios de cada tipo. Este exercício favorece a concentração e trabalha os hemisférios cerebrais.



3- Desafio (individual)
Material: papel e lápis.
Desenhar linhas sinuosas ou quebradas, círculos, flores e formas simples, com as duas mãos ao mesmo tempo do centro para os lados e vice-versa, de cima para baixo e vice-versa, tanto no plano horizontal quanto no vertical. Esta atividade desenvolve a coordenação motora.


4- Gêmeos
Material: uma folha de papel grande, lápis ou caneta hidrocor.

Forrar uma mesa com papel. Colocar uma criança em cada lado da mesa. Com uma caneta hidrográfica em cada mão, cada criança irá desenhar ao mesmo tempo o mesmo desenho, por exemplo: começando com o número 5 como se um espelho repetisse o mesmo desenho. As crianças poderão tocar levemente o colega, mas não esbarrar. Gradativamente os temas dados serão mais trabalhosos.

5- Só uma linha
Material: folhas grandes (uma por grupo), hidrocores.
Os participantes, em grupos, ficarão sentados em círculo, em torno de uma única folha de papel. Cada participante com um hidrocor poderá desenhar apenas uma linha por vez, durante o tempo determinado.
6- Ponto Marcado
Material: número de papéis igual ao número de participantes.
Cada participante recebe papel e lápis. Deverá marcar três pontos bem visíveis na folha. As folhas são trocadas e cada um pode desenhar o que quiser, desde que as linhas passem pelos três pontos marcados na folha. O número de pontos pode variar e o tema do desenho pode ser indicado.


7- Pintura em revesamento
Material: uma folha grande de papel por grupo; canetas e lápis de cor.
Vários grupos são formados. Cada grupo recebe algumas canetas hidrográficas, lápis de cor e uma folha grande de papel. Cada participante desenha enquanto não houver música. Quando a música começar, os participantes deslocam-se em torno do papel. Parando a música, eles param e continuam a desenhar no lugar onde pararam. Ao final criam um título ou uma frase de acordo com o que produziram. Os grupos verificam se há coerência nos títulos ou frases elaboradas.
Variação: Ao tocar a música os grupos mudam de mesa e continuam o desenho do grupo anterior.
8- Pintura grupal
Material: uma faixa de papel comprida (formulário contínuo de computador), tintas e pincéis.
Dividir o papel em áreas de igual tamanho para cada participante. Este escolhe uma área e durante algum tempo poderá pintar o que quiser. Após esse tempo o educador avisa que cada participante tem vizinhos e, a partir daí, é permitido ultrapassar as margens, buscando encadear os diferentes quadros, formando um só quadro.
9- Siga a trilha
Material: uma trilha e duas canetas ou lápis de cores diferentes.
O jogo desenvolve-se em dupla.
Desenhar no papel uma trilha pouco sinuosa, não muito longa com uma pista de um centímetro de largura. Cada jogador, na sua vez, coloca sua caneta ou lápis na linha de largura, de forma perpendicular, segurando somente com um dedo. Faz força sobre o papel para o lápis deslizar e fazer um traçado acompanhando o circuito. Se o lápis cair, a vez será do outro. Cada um recomeça do ponto em que estava. O primeiro que chegar ganha



quarta-feira, 25 de abril de 2012

Gincana




As gincanas podem ser organizadas com o objetivo específico de recrear, fazendo com que o participante se integre ao grupo social e ao ambiente da UPI. Podem ser organizadas também gincanas culturais, que contribuam para a aprendizagem ou gincanas tipo mutirão, que promovam mudanças na conduta grupal, como por exemplo, limpar um pátio, fazer um lanche, reciclar lixo etc. Neste caso não haverá competição, mas o sentimento de compartilhar tarefas honrosas de solidariedade. Podem ter, assim, a finalidade de cooperar com alguma instituição, inclusive recolhendo gêneros, agasalhos etc. As gincanas serão planejadas previamente pelos educadores, através da seleção dos jogos, brincadeiras e tarefas que, encadeadas dinamicamente, tornam-se interessantes e revelam destreza e outras habilidades.
Relembramos que devemos evitar brincadeiras que possam constituir perigo. Exemplos: corrida com colher na boca; carrinho (corrida com duas crianças, uma segurando os pés da outra, enquanto esta se movimenta com as mãos apoiadas no chão).
1- Sugestão de gincana recreativa
a- Soprar balões: Formar duas equipes com o mesmo número de balões e de participantes. Cada participante, das duas equipes, irá soprar um balão até estourar. A equipe que terminar primeiro será a vencedora.
b- Dança das cadeiras: Uma cadeira a menos que o número de participantes. Enquanto a música toca, todos dançam com as mãos para trás. Ao parar a música, a criança que não conseguir sentar sai. Em vez de cadeiras pode utilizar-se arcos.
c- Corrida aos arcos: Os jogadores arrumam-se em coluna por um, as equipes se colocam em duas fileiras paralelas. À frente de cada uma, a certa distância, coloca-se (ou desenha-se) um arco no chão. Cada equipe  recebe uma bola. Dado o sinal o primeiro de cada equipe corre com a bola na mão até o círculo, entra nele e volta correndo para a sua equipe. Entrega a bola ao segundo da fila e coloca-se no final da fila e assim sucessivamente até que todos tenham participado. A equipe que terminar no menor tempo ganha. Se a bola cair, o participante deverá repetir o percurso.
d- Correndo com bastões: Formam-se duas equipes. Cada equipe organizar-se-á em duas colunas por um que se cruzam perpendicularmente. À frente de cada uma risca-se o chão para marcar o início e o final. Dado o sinal, o primeiro de cada coluna corre em direção à esquerda, contorna todo o círculo passando pela frente dos outros grupos com um bastão na mão, retorna à sua fila, passa o bastão ao segundo da fila e coloca-se no final da coluna, passando pela esquerda. O jogo prossegue até que todos tenham participado. A equipe vencedora será a que chegar primeiro ao ponto de partida e mantiver a formação da fila adequadamente.
e- Água de beber: As duas equipes se colocam lado a lado, em formação horizontal. Cada participante, com as mãos para trás, segura com a boca, um copo descartável, pelo fundo. Entre as equipes ficará uma mesa com dois copos com medidor. O educador colocará água no copo de cada um dos participantes do final das colunas. Dado o sinal estes irão cuidadosamente passando a água, de copo em copo, até chegar ao último de cada equipe, que irá derramar no copo-medidor. Ganha a equipe, que tiver acumulado mais água neste copo.
1.1- Outras sugestões:
a- Vestir depressa: Duas malas com os mesmos objetos, como:
     - chapéu
     - paletó
     - camisa
     - sapatos
     - gravata com nó
Em um determinado tempo, duas crianças, uma de cada equipe, irão vestir-se com todos os objetos.
b- Desfazer os nós: Uma corda flexível com cinco nós para cada equipe. Dentro de um mesmo tempo as equipes irão desfazer os nós.
2- Sugestão de gincana cultural
a- Charadas:
O que é? O que é?
– É vermelho por fora e vermelho por dentro?
R: Tomate.
– Sou amarelo e não sou ouro: Sou rei, mas não tenho reino.
R: O Sol
– Tem braços e não é gente. Tem leito mas não é cama.
R: O rio
– Gosta de cantar e não é cantor. Acorda todo mundo e não é relógio.
R: Galo
– Tem pé, tem dente, tem barba e não é gente?
R: Pé de milho.
b- Montar e desmontar jogos no menor tempo: blocos de madeira, quebra-cabeça, jogos de encaixar etc.

c- Palavras cruzadas.
d- Criação de letra de música, poesia ou acróstico em torno de um tema.
e- Qual é a música? Descobrir o nome da música tocada, ou cantá-la a partir de uma só frase musical.
f- Mímica para descobrir palavras. Ex.: sol (mímica), dado (mímica) = soldado
g- Jogo de trava- língua. O rato roeu a roupa do rei de Roma.

3- Sugestão de gincana social   
As gincanas sociais ou de solidariedade devem propor atividade em benefício de um grupo (idosos, mães...) ou instituição.
Como exemplos de atividades podemos citar:
     - fazer um salada de frutas
     - cortar legumes em pedacinhos
     - preparar refrescos, sanduíches e doces
     - reaproveitar material descartável
     - coleta de jornais e latas para reciclagem
     - mutirão de pintura, limpeza e arrumação, aprendendo a rea-lizá-lo com boa vontade.
     - preparação de vasos de plantas ornamentai
É importante que o grupo esteja bem motivado para sua realização, por compreender o valor social (ou afetivo) do que irão realizar.     

“ A paz se encontra dentro de nós, mas para buscá-la, precisamos transformar o físico, o emocional e o mental em veículos de harmonia com a Paz.”
(pelo espírito roberto assagioli - livro reflexões sobre a paz, psicografia de ruth brasil mesquita)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Memória gigante


Dizer que uma pessoa deseja ocupar um cargo e uma das provas consiste em repetir, na mesma ordem o nome de dez objetos citados (não devem ter relação entre si).
Deixar que façam a experiência e reconheçam a dificuldade. Depois dar a “dica” que irá facilitar a memorização: criar a imagem mental do que for sendo apresentado. Essa forma de visualização evocará mais facilmente a descrição o que será facilmente constatado. Deixar que os participantes criem textos para memorização.
Exemplo:
No Jardim Zoológico eu vi um elefante que sustentava com sua tromba um macaquinho levado, segurando uma mesa. Sobre a mesa havia um bolo com sete velas acesas  e um grande palhaço de cera que segurava uma bola. Sobre a bola um pequeno navio. Dentro do navio estavam seis soldadinhos de chumbo e cada um deles segurava um pequeno bombom embrulhado em papel dourado.

Código

Material: quadro e giz (ou cartões com os símbolos).
Este jogo desenvolve a habilidade de associar símbolos visuais e movimentos. Primeiro, estabelece-se um “código” para representar movimentos. Por exemplo: sinal / feito no quadro ou em tira de cartolina significa “um salto em um pé só”; quando o sinal for //, dois saltos em um pé só. Realizar a atividade. Depois aumentar o código: 0 é um salto com dois pés; 00 são dois saltos com os dois pés, acrescentando, gradativamente, novas representações.
Variações: Cartões coloridos. Por exemplo: azul - todos dão um passo para a direita; amarelo - levantam os dois braços verticalmente; verde - sentam-se, etc. As cores podem ser usadas também para iniciar a educação para o trânsito, riscando no chão as marcações e as crianças serão os motoristas e/ ou pedestres.