"Quando você ensina, transmite.Quando você educa, disciplina. Mas, quando você evangeliza, SALVA." Amélia Rodrigues
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sexta-feira, 21 de abril de 2017
terça-feira, 31 de março de 2015
EQUILIBRANDO FORÇAS
Material: uma garrafa (ou recipiente com boca estreita), um rolo de barbante.
Cada um está com quatro metros de barbante na mão. É hora de formar uma grande roda. Cada um segura numa ponta do seu barbante e entrega a outra ponta para o educador que deverá estar no centro da roda. Depois de unir todas as pontas, ele dará um grande nó, colocando uma varetinha de churrasco no grande nó. Um garrafa será colocada no chão, no centro da grande roda.Cada um segura o seu barbante esticado (mas sem puxar com força) e, “juntos” farão a vareta descer e entrar pelo gargalo da garrafa, mas sem caminhar para o centro da roda.Tudo deve ser feito em silêncio, usando apenas o sentido de trabalho em grupo, concentrando os esforços num objetivo comum. Depois da primeira conquista, girar a roda para que possam tentar outra vez, agora de outro ângulo.
FIGURAS E SONS
Material: figuras em cartolina; instrumentos de bandinhas.
Recortar em cartolina um círculo, um triângulo, um quadrado e um retângulo. Em seguida tocar quatro instrumentos de bandinha como, por exemplo, tamborim, sino, pandeiro e pauzinhos, até que as crianças identifiquem bem os sons. Combinar a representação de cada instrumento por uma das figuras recortadas. Faça uma demonstração para que as crianças associem os sons às figuras. Em seguida, o educador esconde-se e toca uma seqüência de dois ou três sons enquanto uma criança previamente escolhida arruma no flanelógrafo as respectivas figuras. Depois, inverter a atividade: o educador apresenta a seqüência das figuras e a criança toca os respectivos instrumentos. Começar com apenas dois sons. Aumentar gradativamente a dificuldade, tocando os sons mais rapidamente.
ONDE ESTOU ?
Material: venda para os olhos.
Participantes em círculo. O educador venda os olhos de um, cuja tarefa será chamar uma pessoa e localizá-la. A um sinal, a posição dos participantes se altera e o que estiver com os olhos vendados (no centro) chama um colega pelo nome. Este responderá e o que está no centro procurará localizar e tocar o colega. Este não deverá mudar de lugar. Se depois de três tentativas o jogador de olhos vendados não conseguir encontrar o colega chamado, o jogo continua com outro no centro do círculo
AS ATIVIDADES
Para que as práticas educativas alcancem, de modo mais amplo, os nossos objetivos, propomos que em cada reunião se desenvolva um conjunto de experiências de aprendizagem com a ordenação apresentada no quadro I. O mesmo esquema pode também ser usado nas reuniões de adultos e idosos, adequando-se as atividades dinâmicas aos interesses da faixa etária (exercícios de yoga, jogos de integração..)
- As atividades dinâmicas, ao início dos trabalhos, têm por objetivos:
-reunir e integrar o grupo de forma prazerosa;
-desenvolver habilidades psicomotoras;
-fortalecer atitudes de cooperação, respeito, decisão para superar dificuldades etc.Observação: Nas primeiras reuniões de grupo sugerimos realizar jogos de integração para melhor conhecimento dos participantes.
- As atividades introdutórias devem estar relacionadas com o tema principal do encontro, predispondo, sensibilizando e, principalmente, facilitando a compreensão do que vai ser tratado. Podem ser as mais variadas: uma demonstração, observação de gravuras, uma pequena lenda, um provérbio para reflexão etc.
- As atividades reflexivas devem propiciar:
- observação e análise de uma situação imaginária ou da vida real, histórias, biografias etc.
- debates, questionamentos, em que o participante possa expor livremente sua opinião, sentimento ou dúvida.
- reflexão sobre as contribuições do grupo, sendo o papel do coordenador de ouvir, acatar (mas não necessariamente concordar), devolver questionamentos ao grupo e conduzir o raciocínio, para que cheguem a uma conclusão coerente com os objetivos da reunião.
- As atividades criativas, tem por finalidade: estimular a expressão, de forma espontânea, dos conteúdos e sentimentos construídos. Não podemos deixar de estimular as atividades artísticas, através da música, dança, teatro ou artes plásticas. Na expressão artística cada um conecta com sua realidade íntima. É recurso de autoconhecimento e elevação.
Como nos diz Walter O. Alves, em “Práticas Pedagógicas na Evangelização”, “existem estados vibratórios ou sentimentos que o intelecto, por si só, não atinge.(...) A arte, contudo, nos permite atingir esses estados superiores, elevando nossa vibração. Importante que, depois de propostas as atividades, devem ter um mínimo de intervenção do educador para que cada um desenvolva sua capacidade criativa, seja no trabalho individual ou em grupo. Não deve haver, pois, comparações, a não ser em relação ao progresso do próprio indivíduo. Destaques só devem existir em relação ao esforço próprio.Reconhece-se que, para Educação, o processo mental é mais importante que o produto. A criatividade é uma experiência vital no ser humano e, portanto, todos somos capazes de criar. Emmanuel afirma: “O Criador, ao criar a criatura, colocou o poder de criar”.
- Esta ordenação de atividades pode ser alterada, conforme a situação. Por exemplo, quando a atividade dinâmica (inicial) for relacionada ao assunto de tal forma que preencha a finalidade da atividade introdutória, esta pode ser suprimida.
- Com os grupos infanto-juvenis não há necessidade de realizar todas as atividades num mesmo local. Pode-se dar, por exemplo, a atividade dinâmica no pátio e as demais em uma sala, ou à sombra de uma árvore, desde que haja as condições para o bem estar do grupo e o silêncio necessário aos momentos de recolhimento e de participação
- O tempo total do encontro, pode durar de uma a duas horas. Não se tornará cansativo pela diversidade das atividades.Quando houver necessidade o educador poderá destinar a reunião posterior para o desenvolvimento da atividade criativa.
Porém não se deve deixar de encerrar cada reunião com as atividades finais (harmonização e auto-avaliação). Dependendo do interesse, o tema poderá ser retornado ou até desdobrado em reuniões posteriores .
- Paralelamente aos encontros, programar atividades de cooperação na UPI ou na comunidade (nesse último caso sempre com a presença do educador), em outros dias da semana, sem prejuízo das atividades escolares. O educando, assim, pratica a solidariedade que aprende e beneficia-se da convivência de respeito e harmonia oferecida pelo educador e pelo ambiente da UPI, tendo a oportunidade de ajudar com os próprios recursos).
- A orientação para os momentos de harmonização e auto-avaliação vem detalhadas em capítulos seguintes.
“Estimular a dimensão espiritual do homem, anestesiada pelo pragmatismo de nossa cultura, é o grande propósito da educação holística.”
(cardoso, clodoaldo m. - “A Canção da Inteireza”
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QUADRO I - A REUNIÃO: TIPO, OBJETIVOS, ORDENAÇÃO DAS ATIVIDADES
Momento Tipo Objetivos Exemplos 1º Atividade Dinâmica Integrar e desenvolver o grupo Atividades dirigidas: jogos de integração, danças, músicas com expressão corporal, rodas cantadas, jogos recreativos, ioga, exercícios de linha, ginca-nas etc. 2º Harmonização Relaxar, harmonizar e concentrar. Música suave, relaxamento corporal, respiração ritma-da. 3º Atividade Introdutória Predispor, sensibilizar e facilitar a compreensão do assunto. Conversação, perguntas, demonstração, observação, projeção de imagens, dinâ-micas de grupo. 4º Atividade Reflexiva Oferecer subsídios para analisar, debater, concluir, assumir compromisso com a prática. Histórias, casos, situações–problemas e outras dinâmicas pedagógicas, análise de letras de músicas e de poesia, provérbios etc. 5º Atividade Criativa Estimular a expressão do conhecimento refletido; favorecer emocionalmente a sua internalização. Artes plásticas, artes cênicas, ritmo e som (criações coletivas ou indi-viduais)... 6º Harmonização Prece Relaxar, visualizar, usufruir momento de paz interior, agradecer. Música suave, relaxa-mento corporal, respiração ritmada, visualização, prece. 7º Auto-Avaliação Auto-avaliação oral do interesse pelo assunto/ atividade, das emoções sentidas e, nos grupos infanto-juvenis, da conduta durante os trabalhos. Técnicas de feedback
domingo, 22 de março de 2015
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
quinta-feira, 19 de julho de 2012
- JOGOS DE DESENHO/ PINTURA
Os participantes, geralmente, apresentam certas inibições nessa atividade. É importante começar com jogos simples (de desenho), onde todos participem. Exemplo: Colocar no centro do círculo uma folha de papel bem grande e canetas hidrográficas. Cada participante pode desenhar o que quiser ou continuar um traço que já estava iniciado. Interrompe-se o desenho e outro continua. São permitidos todos os tipos de linhas possíveis. A atividade deve ser feita em silêncio e, se preferir, com uma música suave, ao fundo. Deve-se estabelecer previamente um tempo para desenhar.
A partir daí outros jogos devem ser introduzidos e ao final de cada atividade recomenda-se uma avaliação para que cada um diga como se sentiu, o que mais ou menos o agradou, como se sente trabalhando sozinho ou em grupo, etc.
1- Arte em partes
Material: uma folha grande de papel dobrada de forma sanfonada e lápis ou canetas hidrocor.
Dobrar o papel de forma sanfonada. Combinar o que irão desenhar. Exemplo: uma casa. Um participante desenha o telhado e dobra o papel de modo que o outro não veja. O seguinte desenha o corpo da casa com janelas e portas; um outro desenha o jardim. O tema pode ser trocado por um animal, especificando-o (elefante, cachorro, passarinho, etc)
2- Desenho no ar (individual)Variação: O jogo pode ser desenvolvido sem que os colegas vejam. O disparate provoca riscos.
Material: papel e lápis.
Com o braço esticado no ar desenhar círculos e formas ovais. Faça o mesmo com a outra mão. Tente agora fazer com as duas mãos juntas, mas em sentidos opostos. Fazer três exercícios de cada tipo. Este exercício favorece a concentração e trabalha os hemisférios cerebrais.
3- Desafio (individual)Material: papel e lápis.
Desenhar linhas sinuosas ou quebradas, círculos, flores e formas simples, com as duas mãos ao mesmo tempo do centro para os lados e vice-versa, de cima para baixo e vice-versa, tanto no plano horizontal quanto no vertical. Esta atividade desenvolve a coordenação motora.
4- Gêmeos
Material: uma folha de papel grande, lápis ou caneta hidrocor.
Forrar uma mesa com papel. Colocar uma criança em cada lado da mesa. Com uma caneta hidrográfica em cada mão, cada criança irá desenhar ao mesmo tempo o mesmo desenho, por exemplo: começando com o número 5 como se um espelho repetisse o mesmo desenho. As crianças poderão tocar levemente o colega, mas não esbarrar. Gradativamente os temas dados serão mais trabalhosos.
5- Só uma linha
Material: folhas grandes (uma por grupo), hidrocores.6- Ponto Marcado
Os participantes, em grupos, ficarão sentados em círculo, em torno de uma única folha de papel. Cada participante com um hidrocor poderá desenhar apenas uma linha por vez, durante o tempo determinado.
Material: número de papéis igual ao número de participantes.
Cada participante recebe papel e lápis. Deverá marcar três pontos bem visíveis na folha. As folhas são trocadas e cada um pode desenhar o que quiser, desde que as linhas passem pelos três pontos marcados na folha. O número de pontos pode variar e o tema do desenho pode ser indicado.
7- Pintura em revesamentoMaterial: uma folha grande de papel por grupo; canetas e lápis de cor.8- Pintura grupal
Vários grupos são formados. Cada grupo recebe algumas canetas hidrográficas, lápis de cor e uma folha grande de papel. Cada participante desenha enquanto não houver música. Quando a música começar, os participantes deslocam-se em torno do papel. Parando a música, eles param e continuam a desenhar no lugar onde pararam. Ao final criam um título ou uma frase de acordo com o que produziram. Os grupos verificam se há coerência nos títulos ou frases elaboradas.Variação: Ao tocar a música os grupos mudam de mesa e continuam o desenho do grupo anterior.
Material: uma faixa de papel comprida (formulário contínuo de computador), tintas e pincéis.9- Siga a trilha
Dividir o papel em áreas de igual tamanho para cada participante. Este escolhe uma área e durante algum tempo poderá pintar o que quiser. Após esse tempo o educador avisa que cada participante tem vizinhos e, a partir daí, é permitido ultrapassar as margens, buscando encadear os diferentes quadros, formando um só quadro.
Material: uma trilha e duas canetas ou lápis de cores diferentes.
O jogo desenvolve-se em dupla.
Desenhar no papel uma trilha pouco sinuosa, não muito longa com uma pista de um centímetro de largura. Cada jogador, na sua vez, coloca sua caneta ou lápis na linha de largura, de forma perpendicular, segurando somente com um dedo. Faz força sobre o papel para o lápis deslizar e fazer um traçado acompanhando o circuito. Se o lápis cair, a vez será do outro. Cada um recomeça do ponto em que estava. O primeiro que chegar ganha
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