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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Tema: CORAGEM E PERSEVERANÇA


OBJETIVO:
Reconhecer que a perseverança é condição indispensável para o progresso.

1. ATIVIDADE DINÂMICA:
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Distribuir uma bola de aniversário (bexiga) cheia para cada criança. Colocar uma música alegre pedindo que as crianças espalhem-se bem e comecem a jogar para o alto suas bolas. Jogarão enquanto a música tocar, não deixando que a bola caia no chão. Ao final, todos procuram observar qual das bolas tem dentro um papelzinho dobrado. Esta será estourada e a criança deverá cumprir a tarefa indicada no papel. Exemplo: montar no flanelógrafo o quebra-cabeça do anexo 1. Prepará-lo anteriormente colando em cartolina dividida em 4 a 8 partes, conforme a idade e o desenvolvimento das crianças (colar um quadrado de lixa em cada parte para melhor fixação no flanelógrafo). O grupo incentivará a criança, que poderá receber a ajuda eventual de um colega, mas deverá tentar até terminar.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Levar o grupo a refletir, através de perguntas, como:
– Cada um se esforçou para a bola não cair?
– O tempo todo? Ou alguém desanimou?
– E você, (fulano), que montou o quebra-cabeça, teve vontade de continuar até o fim?
– É importante não desistir quando aparece a dificuldade?
– Para não desistir é preciso ter vontade forte ou pernas fortes?
4.3-Explicar o conteúdo da história:
– Como era o Xom-Xom na escola?
– E depois que foi aprender os exercícios de palhacinho?
– O que mudou no menino?
– Podemos aprender o que queremos? Como?
4.4- Concluir que:
Ü Quando temos força de vontade, perseveramos e vencemos as dificuldades.Ü Deus, nosso Pai do Céu, nos deu a vontade, que deve ser usada para fazer coisas boas.
4.5- Ainda com o grupo em círculo, perguntar se alguém quer contar alguma dificuldade que já teve e conseguiu vencer pela força de vontade.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
Apresentar as histórias sem texto (anexos 2 e 3). Pedir que o grupo as observe bem e depois conte as histórias.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Iniciar mostrando uma pedra, deixando que as crianças a segurem e sintam como é dura e difícil de ser quebrada. Mas uma gota de água é capaz de fazer um “buraquinho” na pedra se pingar nela, no mesmo lugar, durante muitos e muitos anos. A “perseverança” da água modifica até a pedra!... (Pode-se também comparar uma pedra comum com uma pedra de rio, polida pelo movimento constante das águas).
6.2- Proceder o relaxamento da forma habitual. Pedir que visualizem uma gotinha (dágua) caindo sem parar numa pedra grande... aos poucos a pedra vai ficando diferente no lugar onde  a água bate.
6.3- Meditar:

Com vontade melhoro sempre.
                                                                                                                                                 
7- AUTO-AVALIAÇÃO

terça-feira, 18 de outubro de 2011

TEMA BÁSICO: CORAGEM E PERSEVERANÇA - 4 (crianças de 8 a 12 anos)

TEMA BÁSICO:
CORAGEM E PERSEVERANÇA
OBJETIVO:
Distinguir coragem, força interior para enfrentar dificuldades, da ousadia, arriscar a vida sem motivo justo.            

crianças de 8 a 12 anos




1. ATIVIDADE DINÂMICA
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar o anexo1. Dizer que as duas pessoas estão sentindo medo. Questionar:
– No primeiro quadro há uma situação real de perigo. O medo é, nesse caso, uma emoção que protege, pois leva a fugir ou enfrentar o perigo para preservar a vida.– E no segundo caso, o perigo é real? Por que a pessoa sente medo do que não é perigoso?
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Ouvir o grupo. Ressaltar que há medos que são resultado da nossa imaginação, inclusive de  crendices que passam de geração a geração.
4.2- Narrar: A CASA MAL-ASSOMBRADA.
4.3- Promover um debate a partir da história:
– Por que a casa era considerada mal-assombrada?– Por que os meninos tinham medo de ir até a casa?– Por que Roque não teve medo?– O mistério da casa foi esclarecido?– O final da história foi feliz?– Valeu a coragem do Roque?– Que perigos reais Roque poderia ter enfrentado naquele lugar?
4.4- Conversar sobre a cautela que devemos ter diante dos perigos reais. Dar exemplos.
4.5. Pedir ao grupo que fale livremente sobre os medos imaginários (sem perigo real) mais freqüentes. Em seguida, esclarecer que podemos libertar-nos de medos:
Ü  pela razão, que nos mostra a inexistência de perigo. Exemplo: medo de barata.Ü pela visualização da situação que nos causa medo, imaginando que se enfrenta com coragem e serenidade a situação. A repetição dessa experiência liberta-nos emocionalmente do medo, sem a angústia da situação real.Ü adaptando-se progressivamente à situação.
Exemplos:
· Quem tem medo da escuridão, dormir com um ponto de luz fraca até poder retirá-lo.· Quem tem medo de barata, ficar próximo a quem vai matá-la.
Ü pela oração, que nos fortalece e atrai ajuda superior.
4.6- Concluir que alguns medos são comuns na fase infanto-juvenil e a coragem desenvolve-se durante a vida, na medida em que ganhamos autoconfiança  e domínio sobre as emoções.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Dividir o grupo em dois ou três subgrupos para realização de vivências corporais. Explicar que serão apresentadas situações “difíceis”. Para cada uma, o subgrupo designado terá de buscar com “coragem” uma solução.
Enquanto você dormia, alguém derramou uma vasilha de cola bem forte sobre suas pernas e elas ficaram coladas. Você não pode descolar as pernas ao enfrentar os desafios que surgirão.

Observação: Providenciar, antecipadamente, para que o chão esteja o mais limpo possível.
Desafio n.o 1:
Você precisa sair de casa e andar até um hospital próximo.
Desafio n.o 2:Você precisa passar por baixo de uma cerca de arame farpado colocada a 40cm do chão. (Usar uma corda suspensa nessa altura).
Desafio n.o 3:
Deitado de costas, você precisa seguir com o olhar o trajeto feito por um pássaro.
5.2- Ao final, solicitar aos subgrupos que falem sobre as dificuldades encontradas e por que a coragem ajuda a resolver os problemas que encontramos.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Explicar que cada um deverá pensar numa situação que lhe dá medo. Fazer o relaxamento da forma habitual. Sentir-se com coragem e tranqüilidade, enfrentando a situação.
6.2- Meditar:
Jesus, encoraja-me para vencer minhas aflições.
                                                
7- AUTO-AVALIAÇÃO

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

TEMA BÁSICO: CORAGEM E PERSEVERANÇA 2 ( jovens e adultos)

TEMA BÁSICO:
CORAGEM E PERSEVERANÇA
OBJETIVO:  Reconhecer que a perseverança é condição indispensável para o progresso.




1. ATIVIDADE DINÂMICA
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Todos de mãos dadas, em roda e voltados para fora. Pedir que todos se voltem para dentro da roda sem soltar as mãos. Podem experimentar e trocar idéias, até conseguir. Incentivar o grupo. (A solução é sair da roda, passando pelo espaço entre dois participantes, que levantarão os braços, possibilitando a passagem de todos sem soltar as mãos).
4. ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Estimular o grupo a falar sobre a experiência para que concluam que:
Ü Sempre há uma solução para resolver ou melhorar situações difíceis.Ü Não devemos ter medo de tentar, de experimentar, depois que estudarmos as possíveis soluções e escolher a que nos parece melhor.Ü Freqüentemente necessitamos de trocar idéias para acharmos a solução dos problemas.
4.2- Dizer que apresentará dois casos para que o grupo os compare e destaque acertos e erros.
Caso no 1:
Uma jovem senhora ficou viúva com três filhos pequenos e precisou trabalhar para sustentar a família, pois a pensão era apenas de um salário.
Decidiu aprender costura para trabalhar em casa e poder cuidar dos filhos. Logo nas primeiras aulas achou que não tinha jeito para costura e desistiu. Aprendeu, então, a fazer doces e salgados.
No dia em que recebeu o dinheiro de sua pensão comprou o material necessário, fez deliciosos salgados, arrumou-os em quatro pratinhos, levando cada um para uma pessoa conhecida que poderia fazer-lhe encomendas. Pouco a pouco, elas chegaram e foram sempre aumentando. Mas aquela jovem senhora queixava-se de que as pernas doíam porque tinha muitas varizes e que assim não poderia ganhar a vida. Além disso a renda era irregular: havia meses em que ganhava muito e outros meses em que ganhava pouco. Foi deixando de aceitar encomendas. E lamentando-se sempre que era impossível viver só com a pensão de um salário...


Caso no 2:
Joelson sempre quis fazer parte de um time do seu clube. Queria ser atleta mas o porte franzino não o ajudava. Conseguiu, no máximo, ser o segundo reserva. Um dia, na falta do artilheiro e do primeiro reserva, Joelson entrou em campo. Um passe mal feito trouxe um gol do time adversário.
Joelson não conseguiu mais chance no time de futebol. Algum tempo depois tentou o time de basquete mas não revelou nenhum talento e foi esquecido. Mas Joelson estava decidido a ser atleta.
Observou onde estavam suas falhas e resolveu eliminá-las. Dizia sempre: “querer é poder”.
Improvisou uma cesta de basquete feita com arame, prendeu-a numa haste e passou a atirar bolas, durante todas as suas horas livres. Treinou muito. Passou também a fazer exercícios regulares de ginástica e conseguiu até crescer um pouco.
Um ano depois Joelson integrava o time de basquete do seu clube. Era um jogador muito ágil que obteve muitos títulos de campeão.


4.3- Dialogar com os participantes analisando:
- as atitudes certas e erradas do caso no 1.- as atitudes de Joelson (caso no 2) para alcançar o seu objetivo.
4.4- Ressaltar que:
Ü Quando temos bons propósitos a consciência nos sugere os meios para atingi-los, mas a  perseverança é indispensável para vencermos as dificuldades que surgem dentro e fora de nós.Ü O fracasso é causado, quase sempre, por uma dificuldade íntima e não por uma situação externa.Ü A ansiedade e a precipitação são inimigas da perseverança. Elas podem gerar desespero e até o suicídio. E quantas vezes a solução já estava a caminho!...Ü Por isso Jesus, ensinou: “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (Mateus: 10, 22).Ü Para termos perseverança é preciso fortalecer a vontade. Quem tem vontade fraca parece uma flor murcha, que não revela sua beleza (anexo 1a). Quem tem vontade forte, tem determinação e assemelha-se a uma flor saudável, cheia de viço (anexo 1b).
4.5- Pedir que prestem atenção aos versos que serão lidos, parte da poesia “Eu sou aquela mulher”, de Cora Coralina (anexo 2).
“Eu sou aquela mulhera quem o tempo muito ensinou.
Ensinou a amar a vidae não desistir de lutarrecomeçar na derrotarenunciar a palavrase pensamentos negativos.”
4.6- Refletir sobre a força interior dessa mulher que, nas mais difíceis condições de vida  (favelada, negra, analfabeta durante muito tempo), conseguiu vencê-las e consagrar-se poetisa. Diz o Apocalipse (2, 10):
“Não temas as coisas que tens de sofrer.”

Pensar, em seguida:
– O que eu posso melhorar na vida se perseverar? (tempo para refletir)  
– Para perseverar, o que preciso vencer em mim: a preguiça?  o egoísmo?  o orgulho?
o medo? a agressividade? (tempo para refletir)
5. ATIVIDADE CRIATIVA

Distribuir papel e lápis preto ou hidrocor. Propor que cada um faça um desenho (um monstro, por exemplo) que represente aquela dificuldade íntima que o impede de perseverar e melhorar a vida.

 6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE

6.1- Sentar em círculo com o desenho à frente ou no colo. Proceder o relaxamento. Pedir que cada um se sinta acordando uma força interior que estava adormecida... é a força de vontade... que vai ajudar a vencer o que há de errado dentro de si.
6.2- Pedir que cada um amasse o seu desenho, destruindo o “monstro” da sua negatividade.
6.3- Meditar:
Querer o bem é poder. “Tudo posso naquele que me fortalece”.

7- AUTO-AVALIAÇÃO

IMAGENS


Anexo 1A e Anexo 1b

Anexo 2

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

TEMA BÁSICO: CORAGEM E PERSEVERANÇA 3 (crianças de 8 a 12 anos)

TEMA BÁSICO:
CORAGEM E PERSEVERANÇA
OBJETIVO:
Distinguir coragem, força interior para enfrentar dificuldades, da ousadia, arriscar a vida sem motivo justo.     





1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05.
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar a seguinte situação:
Um rapaz caminhava sozinho por uma estrada deserta numa tarde em que um temporal estava prestes a desabar. Os raios a todo instante cortavam o céu. Os estrondos dos trovões eram assustadores. Na estrada só havia algumas árvores e alguns postes de luz. O vento tornou-se mais forte e quase impedia a caminhada do rapaz. Ele estava justamente no meio do caminho e a distância seria a mesma, tanto para retornar, quanto para seguir em frente.

Observação: O grupo poderá fazer a expressão corporal da situação descrita.
4. ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Apresentar as seguintes questões:
– Cada um procure sentir-se no lugar desse rapaz. Nessa caminhada será necessária a coragem, mas também o conhecimento dos perigos. Onde o rapaz não deve ficar por ser perigoso?
4.2- Ouvir o grupo e, se ainda necessário, esclarecer que árvores e postes atraem os raios, sendo muito  perigoso ficar junto a eles. Tendo como referência a situação apresentada, observar que:
Ü Ser corajoso é enfrentar com serenidade as dificuldades que surgem na vida.Ü Evitar perigos, sempre que possível, é agir com prudência, o que não significa falta de coragem.Ü Não devemos arriscar a própria vida, inutilmente, ou quando não se tem condições de salvar outra vida.
4.3- Através dos exemplos abaixo, ajudar a distinguir coragem(a) de ousadia(b).
 a- Um pescador está em seu barco e vê alguém em dificuldade no mar. Ele rema mais rápido para tentar socorrer essa pessoa. b- Você  vê  uma  pessoa  afogando-se no mar. Você não  chama  ninguém  para socorrê-lo e joga-se no mar porque nada bem. Você é uma criança e ele um adulto.
4.4- Narrar: A CORAGEM DE QUINZINHO.
4.5- Discutir com o grupo a atitude de Quinzinho e as qualidades que revelou possuir.
4.6- Concluir que:
Ü Ser corajoso não é ser “valentão”, ao contrário é ter calma nas horas difíceis e agir guiado pela consciência.
Ü Ser corajoso é conseguir vencer a preguiça, a irritação e todas as más tendências.
Ü Jesus demonstrou coragem em todas as situações e foi sempre tranqüilo e bondoso.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Distribuir lápis, canetas e papel, pedindo que cada um desenhe os seus “medos” e a si próprio, porém enfrentando-os com coragem. Pedir que usem cores.
5.2- Quem desejar, apresenta e fala sobre o seu trabalho. A atitude do educador será apenas de observação e estímulo, sem críticas, pois qualquer medo é real para quem o sente.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Proceder o relaxamento da forma habitual. Visualizar uma paisagem repousante... sentir a paz do ambiente... sentir-se tranqüilo, com um sentimento de decisão e coragem para vencer a preguiça... a  irritação... a tristeza...
6.2- Meditar:

Tenho coragem para vencer o medo...
Tenho coragem para vencer a irritação...
                          Observação: O educador fará as citações adequadas ao grupo.
7- AUTO-AVALIAÇÃO


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Tema: Coragem e Perseverança - 1 ( Jovens e Adultos)


TEMA BÁSICO:
CORAGEM E PERSEVERANÇA
OBJETIVO:
Distinguir coragem e força interior para enfrentar dificuldades, da ousadia e de arriscar a vida sem motivo justo.





1. ATIVIDADE DINÂMICA: sugestões no MA-03 e MA-05.
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Narrar, de modo simplificado, a Parábola dos Talentos, (Mateus: 25-30) contada por Jesus.:
Um homem, antes de partir em viagem, chamou seus servos e entregou-lhes os seus bens. A um deu cinco talentos; a outro, dois talentos e ao terceiro, um talento (moeda daquela época), a cada um segundo sua capacidade. O que recebeu cinco talentos, negociou com eles e ganhou mais cinco. O que recebeu dois, também negociou e ganhou mais dois. Mas o que recebeu um, escondeu na terra o dinheiro. Muito tempo depois, voltou o senhor daqueles servos e acertou as contas. O que havia recebido cinco talentos, devolveu outros cinco, dizendo:
– Senhor, tu me entregaste cinco talentos, eis aqui mais outros cinco que lucrei.
Seu senhor lhe disse:
– Muito bem, servo bom e fiel, já que foste fiel nas coisas pequenas, dar-lhe-ei a guarda das grandes. Entra na alegria do teu senhor.
Da mesma forma apresentou-se o que havia recebido dois talentos, entregando ao senhor, mais dois. E o senhor respondeu da mesma forma.
Chegou o que havia recebido um talento e disse:
– Senhor, sei que és um homem duro; e temendo escondi o teu talento na terra. Eis aqui o que é teu.
O senhor respondeu:
– Servo mau e preguiçoso, sabias que sou rigoroso. Devias logo dar o dinheiro aos banqueiros e, chegando, eu teria recebido com juros o que era meu. Tirai-lhe o talento e dai-o ao que tem dez.

Obs.: Explicar que parábola é uma história que tem um significado simbólico. Nessa parábola, o   senhor representa Deus ou a Lei Divina e os servos somos todos nós. As moedas representam os bens que recebemos: saúde, família, dinheiro, oportunidades.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Perguntar:
– Qual dos servos tinha menos recursos?– Que sentimento dominou esse terceiro servo e que o impediu de multiplicar o dinheiro? (o medo).– No acerto de contas, o senhor aceitou o medo como justificativa?– Na vida, o medo pode nos impedir o sucesso?

4.2- Ouvir os participantes, conduzindo a reflexão e o debate, para a compreensão dos seguintes   conceitos:

Ü Tal como o servo da narrativa evangélica, há muitas pessoas que dizem ser pobres de recursos e ficam ociosas pelos seus medos;Ü Há vidas dominadas pelo medo: medo de trabalhar, medo de estudar, medo de sofrer, medo   de perder amigos, medo de amar e sofrer decepção , medo de viver, medo de morrer...Ü O medo pode tornar o homem irresponsável, fraco, sem iniciativa.Ü Essas pessoas, dominadas pelo medo, não melhoram sua existência porque não é a situação  de dificuldade que faz sofrer, mas a falta de coragem que as domina. Como nos diz um orientador Espiritual (anexo1):
“O que mais nos faz sofrer no mundo:

Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la.
Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento.                                          Não é a doença. É o pavor de recebê-la.Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo.”
Ü O cristão deve estar atento aos seus sentimentos, superando o medo com a plena confiança em Deus. O apóstolo João (Apocalipse 2: 10) recomendou-nos: Nada temas das coisas que hás de padecer.
4.3- Auxiliar o grupo a distinguir coragem de outros sentimentos.
– Avaliar se o medo é irracional e, portanto, deve ser combatido, ou se é uma atitude de cuidado, de prudência, o que não significa falta de coragem.– Não confundir ser corajoso com “ser valentão”. Quem vive provocando ou enfrentando brigas não é corajoso; é irresponsável e agressivo.– Arriscar a própria vida inutilmente não é coragem, é imprudência. A vida é o maior bem. Mas arriscar a própria vida para salvar outra vida é prova de coragem.
4.4- Apresentar o anexo 2, dialogando através de exemplos do cotidiano.
Corajoso é o que trava lutas silenciosas dentro do próprio coração:
ü Abandona o caminho errado e sustenta a decisão de uma vida digna.ü Não age por impulso, mas reflete e analisa as conseqüências de seus atos.
ü Aprende com os insucessos da vida e corrige-se.ü Age corretamente quando todos agem de modo diferente.ü Reconhece os próprios erros sem jogar culpa em ninguém.

4.5- Considerar que o medo mesmo irracional, é um sentimento real para quem o sente. Como auxiliar a vencer? (anexo 3)

                                                                                                                                                               
ü Ganhar gradativamente confiança em si realizando pequenas tarefas dignificantes. É um      exercício de auto-valorização, pois medo significa insegurança.
ü  Assumir a responsabilidade dos seus deveres e perseverar, conquistando paz e segurança  íntimas.
ü À medida que aumenta a nossa disposição em realizar tarefas dignas, adquirimos coragem e os medos vão desaparecendo concomitantemente.

4.6- Dizer que são muitos os exemplos de pessoas que desenvolveram a coragem e conseguiram vencer grandes dificuldades:
– O grande compositor Chopin, já tuberculoso, compôs belas músicas entre crises de hemoptises (golfadas de sangue).– Roosevelt tornou-se presidente dos Estados Unidos, colaborando para a paz mundial durante a Segunda Guerra, depois de ter poliomielite e ficado com seqüelas da paralisia.– Hellen Keller era cega, surda e muda; aprendeu a falar e compreendia o que os outros falavam, apenas tocando levemente os lábios. Estudou, adquiriu grande cultura e expressava sempre seu amor a Deus.– As muitas pessoas que são ignoradas pelo mundo (mas não por Deus) e que nos seus lares dão os mais belos exemplos de dignidade e coragem (podem ser apontados exemplos do grupo).
4.7- Concluir citando Jesus como o exemplo de coragem em toda sua vida, como, por exemplo,  nas suas últimas horas na Terra, ensinando-nos a aceitar os desígnios do Pai com fé e resignação:
– A cruz não lhe tira a serenidade.– Não amaldiçoa Judas pela sua traição.– Na cruz, suplica perdão para a ignorância dos algozes
Refletir que, da mesma forma, nos momentos mais difíceis , nós também devemos manter a fé, com o coração fiel à Vontade Divina.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Formar subgrupos e propor:
1a opção: Criação de uma história destacando a atitude de coragem de um personagem.2a opção: A sugestão anterior precedida da dramatização da Parábola dos Talentos.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL
6.1- Proceder o relaxamento da forma habitual. Visualizar a serenidade de Jesus, com ânimo forte, nos momentos mais difíceis... tendo de deixar os discípulos amados... sempre fiel a sua missão.
6.2- Meditar:
O Senhor é meu Pastor; nada me faltará
                                                                                                                                         
7- AUTO-AVALIAÇÃO

Imagens


Anexo 1


Anexo 2


Anexo 3