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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Tema: Emoções - 3 (para adolescentes a partir dos 13 anos, adultos e idosos

Objetivos:
- Reconhecer que as experiências vividas influenciam nossas emoções, sentimentos e atitudes, podendo gerar conflitos, traumas psicológicos e doenças.
 
- Identificar as atitudes adequadas para a conquista do equilíbrio do ser.

1. Atividade Dinâmica
2. Harmonização Inicial
3. Atividade Introdutória
Apresentar uma bonita figura de um campo e a seguinte situação:
– Você ganhou uma terra grande e produtiva com a condição de prepará-la, fazer a sementeira, cuidar, fazer a colheita, vender tudo que produzir, ficando com todo o lucro. Mas você terá de fazer tudo sozinho com ou sem máquinas. Que emoção sentiria se isto acontecesse: alegria? esperança? dúvida? desânimo?
– E uma pessoa que tenha cultivado uma terra e ao final perdeu tudo, o que provavelmente sentiria se recebesse outra vez uma terra para cuidar?
4- Atividade Reflexiva
4.1- Ouvir os participantes e, a partir das prováveis respostas, levar a refletir que:
Ü Diante de uma mesma situação, as pessoas têm reações diferentes e em intensidades diferentes.
Ü As experiências anteriores, felizes ou infelizes, de êxito ou fracasso, influenciam nossas emoções e atitudes.
Naquele caso da pessoa que não obteve resultados do seu esforço, pode ocorrer uma atitude de dúvida ou de total repulsa à idéia de novamente cultivar uma terra.
4.2- Questionar:
– Será que apenas as experiências de que temos lembranças influenciam nossas emoções? E o que vivemos quando bem pequeninos e de que não nos lembramos?
4.3- Ouvir as opiniões, destacando as seguintes idéias:
Ü O feto sente, de modo agradável ou desagradável, as emoções da mãe (é o que as pesquisas atuais indicam).
Ü Recebemos influências do ambiente desde que nascemos, registrando as emoções sentidas.
Ü Estas emoções, agradáveis ou não, vão ajudando a construir a nossa personalidade. Na infância registramos o que dizem de nós e, assim, aprendemos como devemos nos sentir em relação a nós ( auto-conceito) e aos outros.

4.4- Narrar o caso:
Maria desde que soube que estava grávida sentiu-se muito angustiada e infeliz. Nem ela nem o marido queriam o filho. Discutiram muito. Maria estava decidida a abortar, só não o fazendo porque sua mãe prometeu ajudá-la, financeiramente, a criar o filho.
Quando João nasceu, sua mãe não conseguiu amamentá-lo direito. Mal começava a mamar, Maria tirava-o do seio dizendo que ele já tinha se alimentado o suficiente. A criança continuava com a sensação desagradável de fome. A privação do prazer de alimentar-se (necessidade básica) era registrada na sua memória emocional como falta de amor, como rejeição. João foi crescendo assim...
Maria era impaciente e, por nada, vivia batendo no filho. A criança não entendia por que apanhava mas... guardava a dor e a emoção de não ser amado.
Na escola João teve dificuldades de aprender a ler e seu comportamento tornou-se agressivo... tal como fora criado. As dificuldades aumentaram. João não recebia os elogios que eram dirigidos aos colegas de melhor aproveitamento e conduta. Cada vez sentia-se mais rejeitado. Chegando à juventude, apaixonou-se por uma moça. O namoro corria normalmente até que, um dia, numa festa, a namorada deixou-o por alguns momentos para conversar educadamente com alguns amigos. João teve uma reação descontrolada. Provocou um escândalo, terminando o namoro. Ninguém entendeu o motivo daquela atitude.

4.5- Pedir que o grupo tente explicar a reação de João. Dialogar concluindo que:
Ü João, desde a vida intra-uterina, registrou rejeição afetiva. Sua personalidade formou-se sentindo-se rejeitado, o que lhe causava uma emoção muito desagradável.
Ü As emoções acumuladas abriram-lhe uma “ferida” emocional: a rejeição.
Ü Qualquer palavra ou atitude que tocasse essa sua “ferida” ou trauma, provocava uma reação emocional descontrolada. Daí o incidente com a namorada.
4.6- Perguntar:
– Na convivência com as pessoas é importante sabermos lidar com as emoções?
4.7- Através do diálogo levar a refletir que devemos:
Ü Ter cuidado com palavras ou atos para não atingirmos as “feridas” emocionais dos outros.
Ü Educar as crianças com respeito e amor, evitando traumas e oferecendo segurança emocional, suavizando as situações traumatizantes quando inevitáveis.
Ü Ter compreensão, benevolência e oferecer ajuda fraterna aos que têm dificuldades emocionais.
Ü Não culpar quem nos educou. Quando jogamos culpa nos outros não estamos usando o nosso poder de transformação. Somos seres conscientes, e não robôs, ou seja, podemos mudar o que não está bem dentro de nós.
5- Atividade Criativa
5.1- Formar subgrupos e pedir que criem tramas bem interessantes e com final feliz, envolvendo os sentimentos:
– amor, ciúme e perdão.
– tristeza, surpresa e amizade.
– vergonha, violência e paz.
5.2- O educador deverá acompanhar o desenvolvimento das tramas para orientar, se necessário, quanto ao encadeamento de personagens, trama, emoções e sentimentos, sem perder de vista os objetivos propostos.
6- Harmonização Final/ Prece
6.1- Da forma habitual com a visualização de um céu muito estrelado, usufruindo bem estar. Sentir a grandeza da Criação.
6.2- Meditar:
O poder Divino liberta-me do passado e me faz confiante e feliz.

7- Auto-Avaliação

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tema Básico: Emoções - 2

Objetivo:
Reconhecer que os conflitos psicológicos podem gerar emoções perturbadoras e doenças.

1- Atividade Dinâmica: sugestões no MA-03 e MA-05.
2- Harmonização Inicial
3- Atividade Introdutória
Com as crianças sentadas na rodinha, perguntar a cada uma:
– Você tem alguma coisa que gosta muito e que se alguém tirasse, você brigaria?
Anotar as respostas para melhor conhecimento das crianças e condução do diálogo.
4- Atividade Reflexiva
4.1- A partir das respostas dialogar para que as crianças entendam que não devemos deixar que os outros tirem o que é importante para nós; mas defender-se não é agredir, perder a calma, perder a paciência, xingar, chutar os objetos.
4.2- Narrar: a mestra d. galinha
4.3- Avaliar a compreensão da história, através de perguntas.
– Quando Liloca ficava cheia de manchas vermelhas na pele?
– Por que Liloca colheu os repolhinhos antes de crescerem?
– Por que Liloca estava tão zangada no ônibus?
– Por que Liloca chutou o boliche?
– O que Liloca observou na D. Galinha?
4.4- Pedir que as crianças, observando as gravuras 2,3 e 4 digam o que Liloca fez de errado e qual seria a ação correta em cada situação. Ressaltar as vantagens da ação correta, e de estarmos sempre em paz para termos boa saúde.
5- Atividade Criativa
Todos de pé em dupla. Propor a brincadeira de “Amigo”. O educador sugere a situação e as crianças (a dupla) expressam-na através de gestos.
Exemplo:
• Os amigos acordam... (espreguiçam-se, calçam-se, escovam dentes...)
• Os amigos se arrumam...
• Os amigos se encontram...
• Os amigos se cumprimentam...
• Os amigos marcham no mesmo lugar...
• Os amigos batem palmas, todos juntos...
• Os amigos pulam num pé só...
• Os amigos pedem licença para trocar de lugar...
• Os amigos desenham segurando juntos o mesmo lápis... (deixar material já preparado)
• Todos os amigos se sentam em silêncio.
6- Harmonização Final/ Prece
6.1- Pedir que o grupo pense num céu muito azul, sem nenhuma nuvem. Imaginar que olha esse céu sentindo alegria e paz.
6.2- Meditar:
Como é bom viver em paz com meus amigos!

7- Auto-Avalição

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tema: Emoções - 1

Objetivos:
- Reconhecer que as experiências vividas influenciam nossas emoções, sentimentos e atitudes, podendo gerar conflitos, traumas psicológicos e doenças.
 
- Identificar as atitudes adequadas para a conquista do equilíbrio do ser.

1- Atividade Dinâmica: sugestões no MA-03 e MA-05.
2- Harmonização Inicial
3- Atividade Introdutória
Mostrar duas ou três figuras grandes, retiradas de revistas, que mostrem pessoas ou animais. Por exemplo, uma família reunida, um animal sozinho, uma ou mais crianças. As gravuras devem expressar emoções diferentes.
4- Atividade Reflexiva
4.1- Estimular a observação com perguntas:
• A pessoa (ou animal) está alegre ou triste? Envergonhada? Com raiva? Carinhosa? Com medo? Espantada?
• Quando você está triste, o que gosta que o amigo lhe faça?
• E você acha que pode ajudar um amigo que está triste? Como?
4.2- Narrar: um passeio no sítio
4.3- Perguntar:
– Por que Glorinha tinha tanto medo da piscina?
– Glorinha era quase um bebê quando caiu. Será que ela se lembrava ainda do que tinha acontecido?
– Glorinha não se lembrava de ter caído na piscina. Mas, o que ficou “lá dentro dela”?
– Vocês acham que Juliana ajudou Glorinha a vencer o medo da água? Como ela conseguiu?
– De que devemos ter medo?
4.4- Concluir que:
Ü As coisas que nos acontecem ficam guardadas dentro de nós, mesmo quando a gente não lembra. E, um dia, sem entender, a gente pode sentir medo de algumas coisas.
Ü É importante não dar susto nos colegas nem causar medo de qualquer tipo.
Ü Também não devemos caçoar das dificuldades dos colegas, mas procurar entender o medo que sentem.
Ü Lembrar que Jesus é um amigo que nos dá força para vencermos qualquer dificuldade.
Ü Devemos ter medo do que é perigoso para nós (dar exemplos do cotidiano).
5- Atividade Criativa
Propor às crianças montarem, em duplas, rostos diferentes, usando os desenhos do anexo 1 dizendo, depois, qual a emoção que o rosto mostra. Incentivar o grupo a ajudar os amiguinhos. Reproduzir o anexo 1 de acordo com o número de duplas.

6- Harmonização Final/ Prece
Pedir que as crianças pensem em alguém muito bom e amigo. Um amigo invisível, que está sempre conosco e se alegra quando fazemos boas ações. Sentir que essa pessoa lhe dá sua mão e diz:
Estou sempre com você. Sou seu amigo.

7- Auto-Avaliação