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terça-feira, 31 de março de 2015

AS ATIVIDADES



 Para que as práticas educativas alcancem, de modo mais amplo, os nossos objetivos, propomos que em cada reunião se desenvolva um conjunto de experiências de aprendizagem com a ordenação apresentada no quadro I. O mesmo esquema pode também ser usado nas reuniões de adultos e idosos, adequando-se as atividades dinâmicas aos  interesses da faixa etária (exercícios de yoga, jogos de integração..)

  •  As atividades dinâmicas, ao início dos trabalhos, têm por objetivos:
-reunir e integrar o grupo de forma prazerosa;
-desenvolver habilidades psicomotoras;
-fortalecer atitudes de cooperação, respeito, decisão para superar  dificuldades etc.
Observação: Nas primeiras reuniões de grupo sugerimos realizar jogos de integração para melhor conhecimento dos participantes.
  •  As atividades  introdutórias devem estar relacionadas com o tema principal do encontro, predispondo, sensibilizando e, principalmente, facilitando a compreensão do que vai ser tratado. Podem ser as mais variadas: uma   demonstração, observação de gravuras, uma pequena lenda, um provérbio para reflexão etc.

  • As atividades reflexivas devem propiciar:
- observação e análise de uma situação imaginária ou da vida real, histórias, biografias etc.
- debates, questionamentos, em que o participante possa expor livremente sua opinião, sentimento ou dúvida.
- reflexão sobre as contribuições do grupo, sendo o papel do coordenador de ouvir, acatar (mas não necessariamente concordar), devolver questionamentos ao grupo e conduzir o raciocínio, para que cheguem a uma conclusão coerente com os objetivos da reunião.
  • As atividades criativas, tem por finalidade: estimular a expressão, de forma espontânea, dos conteúdos e sentimentos construídos. Não podemos deixar de estimular as atividades artísticas, através da música, dança, teatro ou artes plásticas. Na expressão artística cada um conecta com sua realidade íntima. É recurso de autoconhecimento e elevação.
Como nos diz Walter O. Alves, em “Práticas Pedagógicas na Evangelização”, “existem estados vibratórios ou sentimentos que o intelecto, por si só, não atinge.(...) A arte, contudo, nos permite atingir esses estados superiores, elevando nossa vibração. Importante que, depois de propostas as atividades, devem ter um mínimo de intervenção do educador para que cada um desenvolva sua capacidade criativa, seja no trabalho individual ou em grupo. Não deve haver, pois, comparações, a não ser em relação ao progresso do próprio indivíduo. Destaques só devem existir em relação ao esforço próprio.
Reconhece-se que, para Educação, o processo mental é mais importante que o produto. A criatividade é uma experiência vital no ser humano e, portanto, todos somos capazes de criar. Emmanuel afirma: “O Criador, ao criar a criatura, colocou o poder de criar”.
  •  Esta ordenação de atividades pode ser alterada, conforme a situação. Por exemplo, quando a atividade dinâmica (inicial) for relacionada ao assunto de tal forma que preencha a finalidade  da atividade introdutória, esta pode ser suprimida.
  •  Com os grupos infanto-juvenis não há necessidade de realizar todas as atividades num mesmo local. Pode-se dar, por exemplo, a atividade dinâmica no pátio e as demais em uma sala, ou à sombra de uma árvore, desde que haja as condições para o bem estar do grupo e o silêncio necessário aos momentos de recolhimento e de participação

  • O tempo total do encontro, pode durar de uma a duas horas. Não se tornará cansativo pela diversidade das atividades.Quando  houver   necessidade o  educador poderá destinar a reunião posterior para o desenvolvimento da atividade criativa.
Porém não se deve deixar de encerrar cada reunião com as atividades finais (harmonização e auto-avaliação). Dependendo do interesse, o tema poderá ser retornado ou até desdobrado em reuniões posteriores .

  •  Paralelamente aos encontros, programar atividades de cooperação na UPI ou na comunidade (nesse último caso sempre com a presença do educador), em outros dias da semana, sem prejuízo das atividades escolares. O educando, assim, pratica a solidariedade que aprende e beneficia-se da convivência de respeito e harmonia oferecida pelo educador e pelo ambiente da UPI, tendo a oportunidade de ajudar com os próprios recursos).
  •  A orientação para os momentos de harmonização e auto-avaliação vem detalhadas em capítulos seguintes.
“Estimular a dimensão espiritual do homem, anestesiada pelo pragmatismo  de nossa cultura, é o grande propósito da educação holística.”
(cardoso, clodoaldo m. - “A Canção da Inteireza”
 

QUADRO I - A REUNIÃO: TIPO, OBJETIVOS, ORDENAÇÃO DAS ATIVIDADES


Momento
Tipo
Objetivos
Exemplos
Atividade Dinâmica
Integrar e desenvolver o grupo
Atividades dirigidas: jogos de integração, danças, músicas com expressão corporal, rodas cantadas, jogos recreativos, ioga, exercícios de linha, ginca-nas etc.
Harmonização
Relaxar, harmonizar e concentrar.
Música suave, relaxamento corporal, respiração ritma-da.
Atividade Introdutória
Predispor, sensibilizar e facilitar a compreensão do assunto.
Conversação, perguntas, demonstração, observação, projeção de imagens, dinâ-micas de grupo.
Atividade Reflexiva
Oferecer subsídios para analisar, debater, concluir, assumir compromisso com a prática.
Histórias, casos, situações–problemas e outras dinâmicas pedagógicas, análise de letras de músicas e de poesia, provérbios etc.
Atividade Criativa
Estimular a expressão do conhecimento refletido; favorecer emocionalmente a sua internalização.
Artes plásticas, artes cênicas, ritmo e som (criações coletivas ou indi-viduais)...
Harmonização Prece
Relaxar, visualizar, usufruir momento de paz interior, agradecer.
Música suave, relaxa-mento corporal, respiração ritmada, visualização,   prece.
Auto-Avaliação
Auto-avaliação oral do interesse pelo assunto/ atividade, das emoções sentidas e, nos grupos infanto-juvenis, da conduta durante os trabalhos.
  Técnicas de feedback

quinta-feira, 19 de julho de 2012

- JOGOS DE DESENHO/ PINTURA




Os participantes, geralmente, apresentam certas inibições nessa atividade. É importante começar com jogos simples (de desenho), onde todos participem. Exemplo: Colocar no centro do círculo uma folha de papel bem grande e canetas hidrográficas. Cada participante pode desenhar o que quiser ou continuar um traço que já estava iniciado. Interrompe-se o desenho e outro continua. São permitidos todos os tipos de linhas possíveis. A atividade deve ser feita em silêncio e, se preferir, com uma música suave, ao fundo. Deve-se estabelecer previamente um tempo para desenhar.
A partir daí outros jogos devem ser introduzidos e ao final de cada atividade recomenda-se uma avaliação para que cada um diga como se sentiu, o que mais ou menos o agradou, como se sente trabalhando sozinho ou em grupo, etc.

1- Arte em partes
Material: uma folha grande de papel dobrada de forma sanfonada e lápis ou canetas hidrocor.
Dobrar o papel de forma sanfonada. Combinar o que irão desenhar. Exemplo: uma casa. Um participante desenha o telhado e dobra o papel de modo que o outro não veja. O seguinte desenha o corpo da casa com janelas e portas; um outro desenha o jardim. O tema pode ser trocado por um animal, especificando-o (elefante, cachorro, passarinho, etc)



Variação: O jogo pode ser desenvolvido sem que os colegas vejam. O disparate provoca riscos.
2- Desenho no ar (individual)
Material: papel e lápis.
Com o braço esticado no ar desenhar círculos e formas ovais. Faça o mesmo com a outra mão. Tente agora fazer com as duas mãos juntas, mas em sentidos opostos. Fazer três exercícios de cada tipo. Este exercício favorece a concentração e trabalha os hemisférios cerebrais.



3- Desafio (individual)
Material: papel e lápis.
Desenhar linhas sinuosas ou quebradas, círculos, flores e formas simples, com as duas mãos ao mesmo tempo do centro para os lados e vice-versa, de cima para baixo e vice-versa, tanto no plano horizontal quanto no vertical. Esta atividade desenvolve a coordenação motora.


4- Gêmeos
Material: uma folha de papel grande, lápis ou caneta hidrocor.

Forrar uma mesa com papel. Colocar uma criança em cada lado da mesa. Com uma caneta hidrográfica em cada mão, cada criança irá desenhar ao mesmo tempo o mesmo desenho, por exemplo: começando com o número 5 como se um espelho repetisse o mesmo desenho. As crianças poderão tocar levemente o colega, mas não esbarrar. Gradativamente os temas dados serão mais trabalhosos.

5- Só uma linha
Material: folhas grandes (uma por grupo), hidrocores.
Os participantes, em grupos, ficarão sentados em círculo, em torno de uma única folha de papel. Cada participante com um hidrocor poderá desenhar apenas uma linha por vez, durante o tempo determinado.
6- Ponto Marcado
Material: número de papéis igual ao número de participantes.
Cada participante recebe papel e lápis. Deverá marcar três pontos bem visíveis na folha. As folhas são trocadas e cada um pode desenhar o que quiser, desde que as linhas passem pelos três pontos marcados na folha. O número de pontos pode variar e o tema do desenho pode ser indicado.


7- Pintura em revesamento
Material: uma folha grande de papel por grupo; canetas e lápis de cor.
Vários grupos são formados. Cada grupo recebe algumas canetas hidrográficas, lápis de cor e uma folha grande de papel. Cada participante desenha enquanto não houver música. Quando a música começar, os participantes deslocam-se em torno do papel. Parando a música, eles param e continuam a desenhar no lugar onde pararam. Ao final criam um título ou uma frase de acordo com o que produziram. Os grupos verificam se há coerência nos títulos ou frases elaboradas.
Variação: Ao tocar a música os grupos mudam de mesa e continuam o desenho do grupo anterior.
8- Pintura grupal
Material: uma faixa de papel comprida (formulário contínuo de computador), tintas e pincéis.
Dividir o papel em áreas de igual tamanho para cada participante. Este escolhe uma área e durante algum tempo poderá pintar o que quiser. Após esse tempo o educador avisa que cada participante tem vizinhos e, a partir daí, é permitido ultrapassar as margens, buscando encadear os diferentes quadros, formando um só quadro.
9- Siga a trilha
Material: uma trilha e duas canetas ou lápis de cores diferentes.
O jogo desenvolve-se em dupla.
Desenhar no papel uma trilha pouco sinuosa, não muito longa com uma pista de um centímetro de largura. Cada jogador, na sua vez, coloca sua caneta ou lápis na linha de largura, de forma perpendicular, segurando somente com um dedo. Faz força sobre o papel para o lápis deslizar e fazer um traçado acompanhando o circuito. Se o lápis cair, a vez será do outro. Cada um recomeça do ponto em que estava. O primeiro que chegar ganha



quarta-feira, 11 de abril de 2012

Pintura em revesamento

Material: uma folha grande de papel por grupo; canetas e lápis de cor.
Vários grupos são formados. Cada grupo recebe algumas canetas hidrográficas, lápis de cor e uma folha grande de papel. Cada participante desenha enquanto não houver música. Quando a música começar, os participantes deslocam-se em torno do papel. Parando a música, eles param e continuam a desenhar no lugar onde pararam. Ao final criam um título ou uma frase de acordo com o que produziram. Os grupos verificam se há coerência nos títulos ou frases elaboradas.
Variação: Ao tocar a música os grupos mudam de mesa e continuam o desenho do grupo anterior.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Dinamicas de Integração

As dinâmicas de integração têm como objetivo:
- que os participantes se apresentem
- que memorizem os respectivos nomes
- que iniciem um relacionamento amistoso
- que se desfaçam as inibições
- que falem de suas expectativas
1) Eu sou... e você, quem é?
Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: “Eu sou João, e você,  quem é?” “Eu sou Márcia, e você, quem é?” “Eu sou Lívia, e você quem é?”
A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.

2 - Apresentarte
Material: objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)
Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos  para  que eles possam criar dentro da vontade de cada um.
3- Alô, alô!
Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: “Sou eu FULANO, que vim para ficar; sou eu, FULANO, que vim participar.” É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.

4- Procurando um coração...
Material: corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá  encaixar em uma única metade.
Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par.   Quando  todos  encontrarem  seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.


5 - Abraçando amigos
Formar uma grande roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la atentamente. Exemplo: “Abraço de três” e todos começam a se abraçar em grupo de três; “abraço de cinco”, “abraço de um”, “abraço de todo mundo.” É importante que o educador esteja atento para que todos participem.
6- Quando estiver...

Com o grupo em círculo, o primeiro a participar começa com uma frase. Exemplo: “Durante minhas férias irei para a praia..”.O segundo continua: “Quando estiver na praia farei um passeio de barco. O seguinte dirá: “Quando estiver no barco, irei...”

 6 - O presente
Material: uma caixa embrulhada com papel de presente.
Todos em círculo. O educador inicia o jogo passando o “presente” para o primeiro participante à sua direita dizendo o que está oferecendo (exemplo: Ofereço a você uma tesoura...). O que recebe diz o que vai fazer com o presente (exemplo... para cortar minhas figurinhas e, logo a seguir, oferecer o “presente” ao colega à direita dizendo o que está oferecendo e assim por diante.
7 - Minha frase
Material: Cartões com palavras (recortadas de jornal ou escritas com hidrocor) ou figuras colocadas em uma caixa.
Cada participante retira dois ou três cartões e dirá na sua vez, uma frase que contenha aquelas palavras. O educador anota a frase para que, ao final, o grupo escolha a frase mais original, com aplausos para o autor.
8 - “Eu gostaria de ouvir...”
Peça aos participantes para dizerem alguma coisa positiva que eles gostariam de ouvir outra pessoa dizer sobre eles. Por exemplo: “Eu gostaria de ouvir alguém dizer que eu...

 9 - Flor-surpresa
Material: flores em papel glacê, de preferência, uma para cada participante.
Pedir que cada um ao receber sua flor escreva na parte central (ou pense) num sentimento que deseja transmitir para alguém. Dobrar as pétalas, uma a uma e na seqüência. No momento combinado todas as flores serão colocadas dentro de uma vasilha com água e em poucos segundos todas as flores se abrem.

10 - Jogo dos Sentimentos
Cortar uma folha de papel em tiras do tamanho que encaixe uma palavra escrita. Em seguida, escrever em cada papel o nome de um sentimento, usando a criatividade para ter um maior número de sentimentos escritos. Dobrar, em seguida, cada papel e colocar em um saco para que possam ser sorteados. Cada participante lê para si o sentimento e depois fala, em poucos minutos, o que o sentimento representa, dando se quiser exemplo de uma situação que corresponda ao sentimento.
Ao final da atividade é importante que o componente perceba que somos passíveis a qualquer sentimento; cabe uma discussão à respeito de que forma podemos trabalhá-los.
Sugestões de sentimentos: felicidade, vergonha, amor, mágoa, ódio, raiva, orgulho, vaidade, caridade, alegria, tristeza, inveja, ciúmes, compreensão, compaixão, etc

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ARMADILHA

Objetivos:
· Evidenciar problemas e dificuldades a serem trabalhados.
· Favorecer a participação de todo o grupo.

Material:
· tabuleiro para o jogo dividido em quadros, em fileiras sinuosas ou quebradas. Alguns quadrados terão indicação de avançar ou  recuar e outros terão um sinal de “armadilha”.
· dado.
· fichas com perguntas.

Etapas:

· Formam-se equipes  de duas pessoas para elaborarem as perguntas que ajudem a discutir os problemas, escrevendo-as em fichas.
· Cada participante joga na sua vez, avançando com os pontos dos dados jogados. Caindo numa “armadilha”, apanha um cartão com uma pergunta.
· Esse jogador responde à pergunta, podendo os outros opinar, concordando ou não.
· Ao final, as equipes que formularam as perguntas fazem um resumo do que foi dito de mais importante sobre cada assunto.

sábado, 5 de novembro de 2011

O JULGAMENTO



Objetivos:
· Refletir sobre um tema ou situação de conflito. · Conhecer diferentes aspectos e opiniões sobre o tema, desenvolvendo o discernimento. · Desenvolver a capacidade de argumentar.
Etapas:
· Submeter ao grupo a discussão de um problema através de julgamento. · Nomear três pessoas que servirão de jurados. · Dividir o resto do grupo em dois: de acusação e de defesa. · Os acusadores discutem as razões contrárias que apresentarão aos jurados. · Os defensores discutem as razões a favor que apresentarão aos jurados.
· Um representante de cada grupo expõe as razões, em tempo breve. · Os jurados reúnem-se e opinam com base no que foi apresentado. · Suspende-se a sessão, deixando de haveracusadores e defensores.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

PAINEL DE DISCUSSÃO



Objetivos:· Aprofundar um tema.· Demonstrar ao grupo como se processa uma discussão.· Despertar a capacidade de observação e avaliação.
Etapas:
· Escolhe-se cinco pessoas que demonstrem maior conhecimento com referente ao assunto a ser tratado.
· Esse subgrupo debate entre si o assunto, em voz alta.
· O restante do grupo observa em silêncio. · O grupo de observação avalia o painel e pode contribuir para enriquecer o assunto.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

JOGOS DE INTEGRAÇÃO



São dinâmicas de grupo úteis nos primeiros encontros do grupo. Possibilitam melhor conhecimento dos participantes e descontraem a fala. Deve-se ter cuidado para que sua duração não se prolongue, prejudicando o objetivo principal da reunião.Há os que não gostam de participar das dinâmicas seja por timidez ou outro motivo. Devemos convidá-los, mas não insistir em demasia, porque a participação, em qualquer dinâmica, deve ser voluntária. Nesse caso, é bom que avaliemos se não há falhas no desenvolvimento da atividade, tornando-a desinteressante, ou mesmo desagradável.
No decorrer do ano, mesmo o grupo já estando integrado, haverá alguns momentos em que caberá a utilização de uma dessas técnicas, pois “integração é um processo evolutivo, lento e que deve ser permanente” (Hilton Araújo).
Exemplos de jogos de integração:

- Coro de nomes

O grupo todo em círculo. Cada um, por vez, sai da roda, vai para o centro dela, diz o próprio nome ou apelido (se assim o preferir) duas vezes, em entonações diferentes, no que é, em coro, acompanhado em igual entonação por todo o grupo.
- Batata quente
Material: música (fitas), gravador, um objeto que represente a “batata quente”.
O grupo, em círculo, sentado. Inicialmente o coordenador explica o jogo. Ao som da música todos deverão colocar a “batata quente” na mão do participante da esquerda. Quando a música pára, aquele que estiver com a “batata” levanta-se, diz o nome do participante da sua esquerda e afirma:- Fulano é o meu novo amigo deste grupo.Quem for indicado, levanta-se e agradece por meio de um gesto.
- História animada
Distribui-se, aleatoriamente, crachás com o nome de todos os participantes e propõe-se a criação coletiva de uma história. O coordenador inicia e cada um, na sua vez, acrescenta uma ação que diz ser executada pelo participante correspondente ao crachá recebido.No decorrer da dinâmica, quando o nome de um participante for nomeado, este levanta-se para que todos o conheçam

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

DINÂMICAS DE GRUPO

São procedimentos sistematizados a fim de se obter uma ação grupal eficaz.

Exemplos de dinâmicas de grupo:

n A Representação

Objetivos:· Refletir sobre um tema com a participação de todos. · Ajudar as pessoas de um grupo a comunicarem suas idéias. · Representar uma situação através de dramatização.
Etapas:· Escolhido o (s) tema (s), dividir o grupo em dois subgrupos para a representação. · Cada subgrupo  inventa a sua história, distribui os personagens e ensaia a representação. · Fazer a representação diante do grupo. · Refletir sobre a representação feita.