quinta-feira, 19 de julho de 2012

TEMA BÁSICO - PACIÊNCIA 2


OBJETIVO:
Reconhecer que a paciência revela paz interior no fiel cumprimento dos deveres.

1. ATIVIDADE DINÂMICA: 
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Dar a cada participante um pedaço de barbante, com vários nós superpostos, mas não muito apertados, e pedir que desfaçam os nós. Quando acabarem, perguntar:
– Foi difícil realizar essa atividade?
– O que foi necessário para realizá-la?
4. ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Introduzir a reflexão, instigando a curiosidade para a história que será contada:
– Vocês acham que com paciência podemos conseguir tudo? Até o que parece impossível?
4.2- Narrar a fábula de Esopo: O LEÃO E O RATINHO
4.3- Promover a reflexão através das perguntas:
– Por que o leão achava que nunca ia precisar do rato?
– O leão teria saído da armadilha sem ajuda do ratinho?– Se o ratinho não tivesse paciência teria conseguido ajudar o leão?– Quais as outras qualidades que o ratinho demonstrou ter?– A boa ação que fez deu alegria ao ratinho?
– E na vida real, o mais forte, o mais poderoso, pode precisar do mais fraco? Você conhece alguma situação em que isso aconteceu?
4.4- Através da exposição dialogada apresentar situações que revelam paciência, como, por exemplo:
– O atleta repete os exercícios de forma disciplinada, paciente e constante até alcançar seu objetivo maior.
– O jardineiro espera, com paciência, a hora de semear, de podar, de regar e de colher.– O aluno precisa estudar as matérias de que gosta e também as de que não gosta.– O cientista passa anos e anos, com paciência, pesquisando em seu laboratório até descobrir a cura de uma doença.– Assim também, com a mesma paciência, trabalham o tecelão, a bordadeira e outros.
4.5- Concluir que:
Ü Todo trabalho para ficar bem feito necessita de dedicação e paciência.
Ü A impaciência gera ansiedade, que desgasta e exaure a pessoa e aqueles com quem convive.
Ü Sem a paz interior não se alcança a paciência. Portanto, é importante primeiro cultivar a paz no coração.
Ü Ter paciência nos ajudará a aproveitar bem o tempo, trabalhando sem desânimo para conseguirmos alcançar o que desejamos.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Propor a dramatização da fábula. Utilizar as máscaras do leão e do rato. (anexos 1 e 2)
5.2- Caso o grupo tenha maturidade, propor que simule uma entrevista aos personagens da fábula.
Planejá-la:
– Que perguntas o grupo gostaria de fazer ao leão? E ao ratinho?
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Relaxamento na forma habitual.
6.2- Visualizar um bando de andorinhas que sobrevoam um campo cheio de flores. Uma delas busca pequenos galhinhos para terminar o ninho de seus filhotes. Suavemente apanha pequenos gravetos e pacientemente os coloca no ninho... pouco a pouco o ninho vai sendo construído... Você observa esse ninho já pronto... e pensa no quanto você também pode fazer se tiver paciência.
6.3- Meditar:
A cada dia aprendo a ser paciente.

7- AUTO-AVALIAÇÃO

Ilustração O LEÃO E O RATINHO

Anexo 1



Anexo 2



Fig 1



Fig 2



Fig 3



Fig 4



- JOGOS DE DESENHO/ PINTURA




Os participantes, geralmente, apresentam certas inibições nessa atividade. É importante começar com jogos simples (de desenho), onde todos participem. Exemplo: Colocar no centro do círculo uma folha de papel bem grande e canetas hidrográficas. Cada participante pode desenhar o que quiser ou continuar um traço que já estava iniciado. Interrompe-se o desenho e outro continua. São permitidos todos os tipos de linhas possíveis. A atividade deve ser feita em silêncio e, se preferir, com uma música suave, ao fundo. Deve-se estabelecer previamente um tempo para desenhar.
A partir daí outros jogos devem ser introduzidos e ao final de cada atividade recomenda-se uma avaliação para que cada um diga como se sentiu, o que mais ou menos o agradou, como se sente trabalhando sozinho ou em grupo, etc.

1- Arte em partes
Material: uma folha grande de papel dobrada de forma sanfonada e lápis ou canetas hidrocor.
Dobrar o papel de forma sanfonada. Combinar o que irão desenhar. Exemplo: uma casa. Um participante desenha o telhado e dobra o papel de modo que o outro não veja. O seguinte desenha o corpo da casa com janelas e portas; um outro desenha o jardim. O tema pode ser trocado por um animal, especificando-o (elefante, cachorro, passarinho, etc)



Variação: O jogo pode ser desenvolvido sem que os colegas vejam. O disparate provoca riscos.
2- Desenho no ar (individual)
Material: papel e lápis.
Com o braço esticado no ar desenhar círculos e formas ovais. Faça o mesmo com a outra mão. Tente agora fazer com as duas mãos juntas, mas em sentidos opostos. Fazer três exercícios de cada tipo. Este exercício favorece a concentração e trabalha os hemisférios cerebrais.



3- Desafio (individual)
Material: papel e lápis.
Desenhar linhas sinuosas ou quebradas, círculos, flores e formas simples, com as duas mãos ao mesmo tempo do centro para os lados e vice-versa, de cima para baixo e vice-versa, tanto no plano horizontal quanto no vertical. Esta atividade desenvolve a coordenação motora.


4- Gêmeos
Material: uma folha de papel grande, lápis ou caneta hidrocor.

Forrar uma mesa com papel. Colocar uma criança em cada lado da mesa. Com uma caneta hidrográfica em cada mão, cada criança irá desenhar ao mesmo tempo o mesmo desenho, por exemplo: começando com o número 5 como se um espelho repetisse o mesmo desenho. As crianças poderão tocar levemente o colega, mas não esbarrar. Gradativamente os temas dados serão mais trabalhosos.

5- Só uma linha
Material: folhas grandes (uma por grupo), hidrocores.
Os participantes, em grupos, ficarão sentados em círculo, em torno de uma única folha de papel. Cada participante com um hidrocor poderá desenhar apenas uma linha por vez, durante o tempo determinado.
6- Ponto Marcado
Material: número de papéis igual ao número de participantes.
Cada participante recebe papel e lápis. Deverá marcar três pontos bem visíveis na folha. As folhas são trocadas e cada um pode desenhar o que quiser, desde que as linhas passem pelos três pontos marcados na folha. O número de pontos pode variar e o tema do desenho pode ser indicado.


7- Pintura em revesamento
Material: uma folha grande de papel por grupo; canetas e lápis de cor.
Vários grupos são formados. Cada grupo recebe algumas canetas hidrográficas, lápis de cor e uma folha grande de papel. Cada participante desenha enquanto não houver música. Quando a música começar, os participantes deslocam-se em torno do papel. Parando a música, eles param e continuam a desenhar no lugar onde pararam. Ao final criam um título ou uma frase de acordo com o que produziram. Os grupos verificam se há coerência nos títulos ou frases elaboradas.
Variação: Ao tocar a música os grupos mudam de mesa e continuam o desenho do grupo anterior.
8- Pintura grupal
Material: uma faixa de papel comprida (formulário contínuo de computador), tintas e pincéis.
Dividir o papel em áreas de igual tamanho para cada participante. Este escolhe uma área e durante algum tempo poderá pintar o que quiser. Após esse tempo o educador avisa que cada participante tem vizinhos e, a partir daí, é permitido ultrapassar as margens, buscando encadear os diferentes quadros, formando um só quadro.
9- Siga a trilha
Material: uma trilha e duas canetas ou lápis de cores diferentes.
O jogo desenvolve-se em dupla.
Desenhar no papel uma trilha pouco sinuosa, não muito longa com uma pista de um centímetro de largura. Cada jogador, na sua vez, coloca sua caneta ou lápis na linha de largura, de forma perpendicular, segurando somente com um dedo. Faz força sobre o papel para o lápis deslizar e fazer um traçado acompanhando o circuito. Se o lápis cair, a vez será do outro. Cada um recomeça do ponto em que estava. O primeiro que chegar ganha



Ilustrações O PRÍNCIPE IRIEL

Anexo 1


Fig 1


Fig 2


Fig 3


Fig 4


Fig 5

Tema básico - Ação e Reação


OBJETIVO:
Identificar a Lei de Ação e Reação com conseqüências numa mesma existência.

1. ATIVIDADE DINÂMICA
BOLA À CESTA
Material: uma cesta (ou balde) e uma bola.
Dividir os participantes em dois times, que formarão em duas colunas. Um participante de cada time, alternadamente, tentará arremessar a bola na cesta, distante 3 metros da linha de arremesso. Cada um faz duas jogadas, ganhando o time que fizer maior número de pontos.
Pontuação:
1 só arremesso certo - 2 pontos
2 arremessos certos - 5 pontos
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Realizar a seguinte atividade, objetivando facilitar o entendimento da Lei de Ação e Reação:
- Colocar sobre a mesa um pedaço de madeira (de preferência macia), pregos grandes e martelo.
- Pedir aos participantes que citem algumas “más ações”.
- A cada ação citada, um participante coloca um prego na madeira.
- No final, alguém retirará os pregos. Levar o grupo a observar as marcas dos pregos na madeira.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Perguntar:
– Os pregos deixam marcas na madeira. E as nossas ações onde deixam marcas?
4.2- Narrar: a mesma dor
4.3- Pedir ao grupo que reflita sobre o caso:
– O crime foi descoberto por alguém? – O criminoso conseguiu fugir à Justiça? – Na demonstração que fizemos, o prego deixou uma marca na madeira. E o crime, onde deixou sua marca? (Explicar que a nossa consciência registra todos os atos, bons ou maus, formando “marcas” ou “matrizes”, que provocarão reações ou conseqüências semelhantes).
– Quando desaparecem as “marcas” das más ações? (Quando sofremos e depois reparamos os mesmo erros. Lembrar que sofrer não é suficiente).
– E se morremos antes de reparar os nossos erros? (As “marcas” na consciência nos farão sofrer muito, mas Deus possibilitará a reparação em outra existência).
4.4- Concluir com o seguinte conceito:
Temos o livre-arbítrio (possibilidade de escolher nossas ações) para construir nosso destino, mas colheremos sempre de acordo com a escolha feita.
5. ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Apresentar numa folha de papel a seguinte quadrinha:
Pela Justiça Divina Ninguém recebe favores. Assim quem semeia espinhos, Não poderá colher flores.
(autor desconhecido)
5.2- Pedir ao grupo que comente a quadrinha ou esclareça com exemplos.
5.3- Propor criar uma música para esta letra, individualmente ou em grupo.
5.4- Promover a apresentação. Se possível, fazer um acompanhamento com violão para maior valorização das músicas criadas pelo grupo.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Propor ao grupo a visualização de uma paisagem repousante e, em seguida, a visualização da luz.
6.2- Encerrar com uma prece solicitando ao Pai a percepção dos erros cometidos, coragem para repará-los, conquistando a paz da consciência.


7- AUTO-AVALIAÇÃO

terça-feira, 12 de junho de 2012

Parábola da vaquinha







Era uma vez, um sábio chinês e seu discípulo. Em suas andanças, avistaram um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.

- O senhor vê aquela vaca ? – disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela nos dá leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem bem fizeram a primeira curva, disse ao discípulo :

- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.

O discípulo não acreditou.

- Não posso fazer isso, mestre ! Como pode ser tão ingrato ? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem !

O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem :

- Vá lá e empurre a vaquinha.

Indignado porém resignado, o discípulo assim fez. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.

Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família, pedir desculpas. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram: No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro importando, antena parabólica. Perto da churrasqueira, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Devem estar mendigando na rua, pensou o discípulo.

Aproximou-se do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá.

- Claro que sei. Você está olhando para ela.

Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse :

- Mas o que aconteceu ? Estive aqui com meu mestre alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar de vida em tão pouco tempo ?

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu :

- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos.

E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.

Autor desconhecido

Tema Básico: Valorização da própria vida - 4


Objetivo: Valorizar a existência aproveitando bens e oportunidades recebidos.
1- Atividade Dinâmica:
2- Harmonização Inicial
3- Atividade Introdutória
3.1- Colocar dentro de uma caixa figuras divididas pela metade (ver anexos1,2 e 3). Distribuir uma metade de figura para cada criança.
3.2- Pedir a cada criança que procure o colega que está com a outra metade.
3.3- Juntar as duas metades e pedir que observando a figura formada, falem sobre sua utilidade ou o que sabem sobre ela.
4- Atividade Reflexiva
4.1- Narrar a história: A TERRA DAS METADES
4.2- Avaliar a compreensão através das perguntas:
Como Mauro chegou à Terra das Metades?
Como Mauro via os objetos? E o seu corpo?
– Mauro sentiu falta da outra metade? Por quê?
– Se você estivesse no lugar de Mauro também sentiria falta?
Podemos viver sem parte do nosso corpo, por exemplo, sem a mão, sem a perna ou sem os braços?
– Seria mais fácil ou mais difícil fazer as coisas?
– As pessoas que são assim são menos importantes?
– Que outras coisas boas recebemos de Deus, além do corpo?
4.3- Dialogar a respeito dos seguintes conceitos:
Ü O corpo que temos, perfeito ou não, é sempre importante.
Ü Nunca devemos caçoar das pessoas que têm defeitos no corpo.
Ü Devemos cuidar bem do nosso corpo porque precisamos dele para brincar, estudar, pas-sear, trabalhar...
Ü Devemos sentir-nos felizes por todas as coisas boas que Deus nos deu.
5- Atividade Criativa
5.1- Formar duplas com as crianças. Pedir que recortem, em papel colorido e de acordo com o modelo abaixo a “flor-coração”. Colar as partes e cada um terá uma flor de cor diferente.


Pedir que as crianças montem um painel com as “flores-coração”, formando o Jardim de Jesus.
5.2- Comentar que, para Jesus, cada criança é como uma flor do Seu jardim. As flores podem ser diferentes. As crianças também podem ser diferentes. Mas, todas são importantes... Todas nasceram para serem felizes.
6- Harmonização Final/ Prece
6.1- Formar um círculo com as crianças e acender uma vela no centro do círculo. Pedir que as crianças olhem bem a luz da vela.
6.2- Pedir que fechem os olhos e vejam aquela luz no coração... Aos poucos a luz vai se tornando forte, cada vez mais forte... Ela se espalha por todo o corpo.
6.3- Meditar:
Obrigado, Jesus, pela luz bonita que tenho no coração.

7- Auto-Avaliação

Ilustração: A TERRA DAS METADES



Anexo 1




 Anexo 2





 Anexo 3





  Flanelógrafo 1





 Flanelógrafo 10 e 12







 Flanelógrafo 2, 2a, 4,5,6






 Flanelógrafo 3,7 e 8






Flanelógrafo 9 e 11






Flanelógrafo 13 e 14




Felicidade a vista





Para ser feliz, creia em si, segure os nervos, levante-se das quedas, sustente o entusiasmo e aperte a trilha do egoísmo.
Não combina querer viver bem, feliz e deixar crescer o desânimo, perder tempo,desprezar a paz, o crescimento interior, recolher dentro de si os fantasmas da ilução e do medo.
Você foi eleito por Deus para ter animo ser alegre,sensível, chegar á docê paz, ser totalmente feliz, e assim dever ser.
Faça um plano de vida e se ponha a caminho da felicidade.
Quando você estabelece um roteiro, a felicidade fica logo á vista.

Fonte: gotasdepaz.com.br

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/felicidade-a-vista/?PHPSESSID=350e99ba12f9e998724311d01e23ed30#ixzz1xc0NvAcb

Ilustrações para colorir Francisco de Assis

Fanel 1, 5,6



Flanel 2,3,4

Tema básico: A vida vegetal (Crianças de 4 a 7 anos)


Unidade: A natureza

Objetivo: Identificar características e importância dos vegetais, assim como a interação responsável do homem com esses recursos.

    1-  Atividade dinâmica

-2-  Harmonização inicial

    3-  Atividade Introdutória
3.1- Selecionar, previamente, em duplicatas, minerais como, por exemplo: pedras de cores diferentes, pequenos mármores, granitos, cristais; partes de vegetais, tais como: folhas vermelhas e verdes, de diferentes tipos, frutos comum na região, pedaços de cascos de árvores...
3.2- O educador colocará no centro da rodinha uma amostra de cada tipo e as duplicatas na frente das crianças, pedindo que apenas as observem e procurem descobrir a correspondente no centro da rodinha.
    4- Atividade reflexiva
4.1- O educador chamará uma criança de cada vez para apresentar a sai amostra, indicar a outra semelhante, e depois perguntará:
ü  O que é
ü  Se nasce e cresce
ü  Se tem vida
ü  Se é animal ou vegetal
ü  Se já viu em algum lugar
ü  Pra que serve
ü  Se precisa cuidados e quais são eles
                4.2- O educador destacará um atributo de cada peça (cor, brilho, resistência, utilidade...) , buscando desenvolver a sensibilidade das crianças para o belo, o útil, revelando admiração pela natureza, que protege todos os seres. Por exemplo:
- Olhem estes carrapichos. A natureza deu-lhes estes espinhos. Isso foi muito bom para eles, senão todos esses frutinhos seriam comidos pelos animais.
               4.3- Após isso, cada criança colocará suas amostras na caixa correta: dos vegetais ou dos minerais.
     5-Atividade criativa
5.1- O educador apresentará dois ou mais desenhos simples em tamanho grande. Depois de dividir a turma em dois grupos, pedirá a cada um deles que cole pedacinhos das  plantas (folhas, sementes...) no desenho , fazendo um trabalho bem bonito.
Observação: os desenhos dependerão do nível das crianças: bola, arvore, chapéu, vestido... orientar o modo de passar a cola no papel. Deixar secar bem. Em seguida expor os trabalhos no mural da sala.

5.2- As crianças poderão plantar sementes diferentes numa caixinha de madeira ou caixotinho de frutas. Cada criança prepara uma plaquinha com o desenho do que plantou colando-a em palitos de sorvete para identificar a semente plantada.
    6-Harmonização final/prece
Apresentar a gravura de um jardim com flores (anexo 1) ou apresenta-la em transparência no retroprojetor. Lembrar que as flores são partes das plantas, destacando sua beleza. Dizer que também foram criadas pelo nosso Pai do Céu, portanto são também nossas irmãs. Depois de observadas, pedir que as crianças, com os olhos fechados, imaginem que estão no meio delas, sentindo seu perfume...
pensar: Como são lindas as flores!

    Auto Aavaliação





Fonte:
Apostila Lar Fabiano de Cristo       
Educação do Ser Integral

Ilustração: Francisco de Assis

 Anexo



Flanel 1, 5, 6



Flanel 2, 3, 4


FRANCISCO DE ASSIS



Há muito tempo nasceu longe daqui um menino que se chamou Francisco.
Ele cresceu e tornou-se um jovem que era conhecido como Francisco de Assis.
Amava as pessoas, os animais, as plantas, principalmente as flores, a quem chamava “minhas irmãzinhas‟.

Flanel 1   Todos os dias Francisco ia para o jardim e, então...

Flanel 2   - Bom dia irmãzinha Rosa!

Flanel 3   - Olá, irmãozinho Girassol!

Flanel 4   - Como você está bonita Margarida!

Flanel 5   mas um dia ele percebeu que a violeta estava murchinha. Parou para ver se a florzinha precisava de um pouquinho de água, se a terra estava fofinha ou se havia algum bichinho.
Francisco ajeitou tudo e não esqueceu de dar muito amor para sua amiguinha - flor, dizendo
Palavras bonitas para ela:
- Eu gosto muito de você!
- Você é muito importante no jardim!
- Deus criou você para tornar a vida mais bonita!

Alguns dias passaram...

Certa manhã Francisco foi ao jardim e... que surpresa!

Flanel 6   - Irmã Violeta, como você está linda!!



Vocês sabem o que ajudou a violeta a ficar bonita?