quinta-feira, 31 de maio de 2012

Otimismo - 1


OBJETIVO:
Reconhecer que o otimismo não é uma postura ingênua diante da vida, mas uma atitude de  confiança em Deus e de coragem para os desafios existenciais.   


1. ATIVIDADE DINÂMICA:
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar os anexos 1 e 2. Perguntar o que eles sugerem. Ouvir as opiniões dos participantes, valorizando as que revelam coerência com as figuras.
4. ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Narrar a história referente às gravuras apresentadas: josé e o jardim.
4.2- Perguntar, estimulando a reflexão e o debate:
– O que aconteceu com o jardim de José pode acontecer com a nossa vida? Como?
– O Sol brilha no céu quando chega a noite? E por isso ele deixa de existir? Brilhará novamente, depois da noite?
– Na nossa vida também não há momentos tão difíceis, em que parecemos estar numa longa noite, sem solução para os problemas? Adianta ficar em desespero? Qual o melhor caminho?

– E quando a vida fica difícil e trabalhosa, será que Deus deixou de existir ou nos abandonou?
4.3- Conduzir o debate, concluindo que:
Ü O pessimista acha que apenas a sua vida é difícil e trabalhosa. Tem pena de si mesmo e não se esforça para mudar. Torna-se uma pessoa desagradável.
Ü Ao esperar sempre o pior, as pessoas acabam ficando cada vez mais angustiadas, mais ansiosas. É um passo para a depressão e a doença. Além de prejudicar a saúde, os pensamentos negativos geram problemas em casa, no trabalho, na comunidade.
Ü Quantas vezes, olhando para o nosso passado, vemos mudar completamente situações muito difíceis, em que nem tínhamos mais esperança. Tal como o jardim de José.Ü A vida deve ser cuidada como o jardineiro faz com o jardim: preparando a terra, esperando o  tempo certo para plantar, para adubar e colher os frutos. Então, sua conduta  será otimista, confiante diante dos desafios da vida.Ü A Providência Divina cuida de todos os filhos, evitando males maiores. Quantas vezes, enquanto dormimos, recebemos amparo, reconforto e orientação de nossos protetores invisíveis.
E acordamos mais seguros, com novas idéias, principalmente quando vivemos em clima de fé e paz, cumprindo nossos deveres.
4.4- Citar exemplos de cidades destruídas por terremotos, bombardeios etc e que são reconstruídas alcançando sua beleza anterior e progredindo, graças à coragem de seu povo. Se possível apresentar gravuras.
5. ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Distribuir material para cada participante: Duas folhas de papel e um metro de barbante. Deixar disponível tesoura e cola.
5.2- Pedir que pensem num futuro otimista para suas vidas. Com o barbante sobre o papel, procurem  fazer um desenho que tenha relação com esse futuro. Cobrir o desenho com a outra folha e passar o giz de cera (técnica do desenho livre com barbante).
5.3- Aqueles que desejarem poderão falar sobre suas criações e expectativas de vida.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL/ PRECE
6.1- Pedir que pensem em um futuro melhor, com muita harmonia e paz. Essa paz está começando agora, neste instante... Uma suave presença se aproxima lentamente de você. É Jesus. Seu olhar sereno envolve todo o ambiente. Esse olhar penetrante encontra o seu olhar... Você caminha em sua direção e o reconhece... Ele lhe estende as mãos... e você o abraça... sente o Seu amor, que lhe conforta e fortalece... Aproveite este momento... Fortaleça-se... Você agora retornará ao ambiente da nossa sala, tranqüilo e em paz.
6.2- Meditar:

Jesus me ama. Sinto esperança e alegria em meu coração.

7- AUTO-AVALIAÇÃO

terça-feira, 15 de maio de 2012

A filha suicida

Uma jovem sofre, na escuridão do Umbral, o medo, o remorso e a certeza de ter perdido a oportunidade que lhe foi dada, pelo crime de ter tirado sua própria vida.
Um dia, após quase uma “eternidade” de sofrimento, consegue localizar sua mãe, ainda na Terra. Era noite. Caía uma chuvinha rala e ela a encontrou ao relento, sentindo frio e fome, recostada no canto escuro de uma rua deserta e suja (flanelogravura 1).
Nenhum lugar tinha para ficar, nem um quarto, mesmo pobre, nem uma cama onde repousar seu corpo cansado.
A senhora pressentiu a presença de sua adorada filha (flanelogravura 2). Duas lágrimas rolaram-lhe na face enrugada, sofrida e triste, e murmurou, com voz dolorida.
– Ô meu Deus! Que saudade da minha filhinha... Por onde andará? Era tão boa para mim... Por certo não me deixaria ficar aqui na sarjeta, sofrendo assim. Leve-me, Senhor, para junto dela. Com toda certeza me protegerá e encontraremos, as duas, de novo, a felicidade perdida...
A jovem suicida foi envolvida por imensa e inaudita dor, como se um vulcão houvesse explodido em seu peito. Quis tomar a mãe nos braços, como nos velhos dias terrestres e levá-la para casa, cobrir de beijos aquelas mãos envelhecidas e frias, que por tantas vezes a acariciara na meninice desprotegida.
Mas, que horror!... Tinha mãos que não podiam pegar e braços que não mais podiam tomá-la num infinito e filial abraço de reencontro, de alegria e de salvadora proteção.
Quanto daria para fazer isso...
E só lhe restava mesmo cair de joelhos (substituir flanelogravura 2 pela flanelogravura 3), implorando a misericórdia divina, enquanto a chuva fina continuava a molhar as vestes e a face daquela anciã venerável, encostada na parede umedecida de um beco, a ver, embaçada pelas lágrimas silenciosas da saudade, apenas a rua escura, deserta e fria.
Obs.: Será interessante prender as flanelogravura 2 e 3 em uma folha de papel vegetal para auxiliar a compreensão que o personagem está no plano extra-físico.

Imagens

Anexo 1



Flanelogravura 1


Flanelogravura 2


José e o jardim


José tinha ganho como herança um terreno de tamanho razoável. Resolveu usá-lo para cultivar flores e depois vendê-las. Parecia-lhe ser um bom negócio. Em pouco tempo, mas com disciplinado trabalho, a bela floração de rosas, açucenas e lírios chamava a atenção de todos. José passava grande parte de seu tempo cuidando do jardim. Admirava a beleza das flores. Olhava feliz o resultado do seu esforço de muitos e muitos meses.

Certa noite, José acordou assustado com o barulho lá de fora. Uma terrível tempestade com raios e trovões varria os céus. A chuva forte caía. José olhou da janela de seu quarto e mal pode acreditar... viu seu jardim totalmente destruído (utilizar o anexo 1 da atividade introdutória).
Sentiu enorme tristeza no coração. “Tanto trabalho jogado fora”, pensou. Que prejuízo! Estava desanimado...

No dia seguinte seus vizinhos procuravam consolá-lo. “Afinal, essas coisas acontecem” - diziam.
Mas, tudo em vão. Para não pensar mais no assunto, José resolveu passar uns dias na casa dos tios. Precisava ficar longe para esquecer. Estava visivelmente abatido.
Viajou. Os dias foram passando... Criou, como se diz, “alma nova”.

Enquanto esteve fora, a natureza continuou fazendo o seu trabalho. O sol voltou a brilhar no céu e seus raios voltaram a aquecer a terra que, novamente, fez nascer novas plantinhas.
José chegou de viagem. Abraçou sua mãe e a alegria foi crescendo com o que viu: as flores estavam surgindo novamente (utilizar o anexo 2 da atividade introdutória). José abriu um largo sorriso.

D. Filomena, sua mãe, carinhosamente abraçou o filho e falou:
– Assim é a vida. Você se lamentava achando que nada tinha valido a pena e ao mesmo tempo o  Senhor da Vida estava fazendo brotar novas flores. Acontece o mesmo quando o nosso coração está destruído pelas tempestades de dores e aflições. O Pai Celestial faz com que as sementes do Amor Maior brotem e cresçam dentro de nós surgindo os botões dos bons sentimentos, prontos a tornarem-se belas rosas, açucenas e lírios.

Sintonia Espiritual - 3


OBJETIVO:
Reconhecer que a sintonia espiritual é a lei pela qual cada criatura atrai as companhias espirituais segundo a natureza de seus pensamentos e sentimentos.      


1. ATIVIDADE DINÂMICA:
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Conversar com o grupo sobre a importância do sono e o cansaço de uma noite mal dormida. No entanto, podemos dormir muito e acordarmos angustiados ou cansados. Há pessoas que têm o sono entrecortado de pesadelos que até se repetem. Por que isso acontece?
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Ouvir o grupo e esclarecer que:
ü O número de horas de sono varia entre as pessoas, porém a responsabilidade com o horário e o desejo de bem utilizar o tempo parecem reduzir a necessidade de horas de sono.
ü Durante o sono, o corpo está em repouso para recuperar energias mas a alma não necessita  desse repouso. É como um balão que se movimenta, mas sempre preso por um fio. Tornar a explicação concreta amarrando uma bola de aniversário cheia de ar a uma régua por meio de um fio longo. (A bola representa a alma; a régua, o corpo)
a) A alma pode ficar apenas junto ao corpo (enrolar quase todo o fio na régua);
b) Ou aproximar-se de outras almas também presas ao corpo (utilizar outra bola também amarrada em uma régua)
c) Ou aproximar-se de outras sem o corpo (outra bola cheia e amarrada, sem o fio e sem a régua).



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üDe acordo com o que pensamos, sentimos e gostamos de fazer, durante o sono aproximamo-nos de outras almas que tenham afinidade ou sintonia conosco, isto é, que pensem e sintam como nós.
üElas podem ser bondosas, interessadas em nosso progresso espiritual e, então nos orientarão durante o sono, dando-nos coragem, estimulando para que cumpramos nossos deveres, por mais difíceis eles sejam. Assim faz o nosso Protetor Espiritual também chamado “Anjo da Guarda” e outros Benfeitores e Amigos (anexo.1). Acordamos com uma sensação de paz, de coragem, embora, quase sempre, não nos lembremos desses encontros.
üEntretanto, quando durante o dia nos entregamos a vícios, frivolidades ou maus pensamentos, durante a noite atraímos iguais companhias espirituais, que sintonizam conosco (anexo. 2). Nesse caso, podemos dormir muito, mas não acordamos bem. Se não vencermos aquelas más tendências, podemos até ser vítimas de obsessão, de vastas conseqüências. Assim como as bactérias invisíveis causam doenças, os maus pensamentos também geram doenças.
üDurante o sono, podemos ajudar e ser ajudados, visitar amigos cuja convivência nos agrada, estudar e até ver fatos do nosso passado.
üMuitas vezes o sonho é uma lembrança do que fazemos durante o sono, enquanto o corpo dorme. Estes geralmente acontecem poucas horas antes da madrugada quando as vibrações estão mais calmas. Mas os sonhos, principalmente os do primeiro sono, também ocorrem pelas nossas preocupações, pelos desejos conservados em nosso íntimo, ou por causas orgânicas, como má digestão.
üConforme nossa sintonia espiritual podemos despertar tranqüilos e reanimados ou nos sentirmos deprimidos e angustiados. É claro que também há doenças físicas que causam esse esgotamento.
4.2- Perguntar ao grupo se conhece o modo mais seguro de se garantir um bom sono. Ouvir e encaminhar o diálogo para que concluam que esse modo seguro é:
Ü pensar, sentir e agir no bem, quando acordados.
Ü orar, antes de adormecer, ligando-se verdadeiramente pelo sentimento a Deus.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Escrever no quadro a seguinte frase:
Sintonizo com o bem e liberto-me das más influências.

Propor um trabalho individual (ou em pequenos grupos) relativo à frase acima, através de um dos seguintes recursos:
a) desenho ou pintura
b) recorte e colagem
c) música cantada
d) narrativa de um caso verídico.
5.2- Oferecer os materiais necessários de acordo com a escolha individual (ou grupal).
5.3- Ao final, é feita a apresentação dos trabalhos, valorizando-se sempre a expressão das idéias.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Relaxamento na forma habitual. Visualize você num lugar muito agradável... Aproxima-se um Amigo Espiritual de muita luz e beleza... Esqueça de você por uns momentos. Pense em alguém que precisa ser ajudado, alguém que está sofrendo... Peça a esse Amigo que a ajude... Peça com fé... Veja esse protetor junto a quem você quer ajudar... Envie também sua vibração, seu sentimento de carinho e solidariedade, envolvendo em luz quem sofre... Você sente que está em harmonia com o bem...
6.2- Meditar:

Como é bom sintonizar com o bem!

7- AUTO-AVALIAÇÃO

Anexos


Anexo 1



Anexo 2

domingo, 29 de abril de 2012

Mãe, criação divina

 

Deus, na Sua imensa bondade e grandeza, criou o Universo e tudo que nele existe.
A natureza canta e encanta com o murmúrio das águas, o gorjeio dos pássaros,
a suavidade da brisa, o verde inconfundivel das matas, o colorido das flores,
o perfume das rosas, o azul do céu, as cores do arco-íris,
a sonoridade  dos mares, o encanto das florestas.
E Deus criou um ser capaz de compreender a natureza humana,
e deu este tesouro ao rico e ao pobre.
Mãe, mulher que assume inúmeros papéis a depender da ocasião. 
O dia para ela perde-se na infinidade do tempo,
são situações diversas que lhe exigem o concurso amigo.
É dotada de inúmeras qualidades, vivificando a caminhada dos nascidos da sua alma.
Enxuga as lágrimas do filho, que mesmo na idade adulta,
abre o seu coração buscando consolação.
Na suavidade das suas palavras, como sonoridade musical,
adormece o ser querido na noite, após um dia árduo de trabalho.
E com passos suaves, vai ao encontro do outro,
que queima em febre e reclama atenção.
Sem ser psicóloga, sabe escutar com paciência as queixas relatadas,
amenizando os conflitos que surgem na rede das relações domesticas.
No lar escasso, representa a mão amiga que se desdobra em diversas ocupações,
retornando com o pão e repartindo-o matematicamente, satisfazendo a todos.
Ah! As mães! Negra, branca, amarela, colorida, elas estão por toda parte,
mudam de nome em cada país a depender do  dialeto.
Mas seja qual for a língua, a sonoridade do seu nome ecoa com amor na linguagem humana.
Existe um dia especial para as mães: segundo domingo de maio,
quando convidamos todos para se unirem em oração,
por aquelas que sofrem no silêncio a perda física do filho amado,
a ausência do que se encontra encarcerado,
ressarcindo os erros cometidos contra a lei,
pelo filho preso no leito dos hospitais com a doença que não vem a cura,
pelas mães que vêem seus filhos adentrarem pelas substâncias químicas,
que entorpecem os sentidos e os conduzem à  decadência social,
física e espiritual, pelas que buscam a libertação na convivência,
com o companheiro difícil, qual cobrador incessante,
ignorando a dignidade feminina, enfim, por todas as mães,
que incompreendidas e sofridas levantam as mãos aos céus e pedem misericórdia.
E neste eco encontram a maior de todas as mães,
Maria a mãe do nosso amado Jesus, a linda flor que esparge na humanidade,
o aroma do seu amor.
Ela que viu seu filho cair carregando uma cruz infame porque era justo e bom, 
deixando a lei do amor para todos os homens.
Oh Maria! Mãe excelsa, e de divina sabedoria, dai a força,
a coragem e o bom ânimo a todas as mães que passam por provações.
Inunda os seus corações com a suavidade do teu olhar dando-lhes a certeza do teu amor.
Deixa-as enxugarem os seus prantos na tua veste divinal,
cujas lágrimas são constantes, mas tu, ó mãe, tens o poder de  estancá-las.
Desperta, nos seus corações, a fé ensinada por vosso filho Jesus,
a esperança de dias mais amenos e a certeza de mãos que chegam para se unirem e encontrar soluções. Maria, mãe do nosso irmão e mestre maior Jesus, que é o caminho, a verdade e a vida para o nosso Pai de amor, Deus, na singeleza dos nossos sentimentos entregamos, em tuas mãos, a causa de todas as mães tendo a certeza que bênçãos de paz, luz, esperança e renovação inundarão os
corações aflitos destas mães que sofrem.
No imaginário de cada uma ao vislumbrarem a tua figura inconfundível,
acolhendo o teu filho amado na hora suprema,
elas se vêem e se revestem de coragem,
e geram novas forças auridas da confiança em ti.
Abençoa, pois, Deus de amor, através da mãe querida de Jesus,
neste dia e nos demais, a todas as mães do universo.


Fonte: www.gotasdepaz.com.br/detalhe-contoefato.asp?IdContoFato=203&ContoeFato=Mãe, criação divina

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Ilustração: XOM-XOM, O APRENDIZ DE PALHAÇO

Anexo 1



Anexo2



Anexo 3



Fig 1



Fig 2



Fig 3



Fig 4



Fig 5


Gincana




As gincanas podem ser organizadas com o objetivo específico de recrear, fazendo com que o participante se integre ao grupo social e ao ambiente da UPI. Podem ser organizadas também gincanas culturais, que contribuam para a aprendizagem ou gincanas tipo mutirão, que promovam mudanças na conduta grupal, como por exemplo, limpar um pátio, fazer um lanche, reciclar lixo etc. Neste caso não haverá competição, mas o sentimento de compartilhar tarefas honrosas de solidariedade. Podem ter, assim, a finalidade de cooperar com alguma instituição, inclusive recolhendo gêneros, agasalhos etc. As gincanas serão planejadas previamente pelos educadores, através da seleção dos jogos, brincadeiras e tarefas que, encadeadas dinamicamente, tornam-se interessantes e revelam destreza e outras habilidades.
Relembramos que devemos evitar brincadeiras que possam constituir perigo. Exemplos: corrida com colher na boca; carrinho (corrida com duas crianças, uma segurando os pés da outra, enquanto esta se movimenta com as mãos apoiadas no chão).
1- Sugestão de gincana recreativa
a- Soprar balões: Formar duas equipes com o mesmo número de balões e de participantes. Cada participante, das duas equipes, irá soprar um balão até estourar. A equipe que terminar primeiro será a vencedora.
b- Dança das cadeiras: Uma cadeira a menos que o número de participantes. Enquanto a música toca, todos dançam com as mãos para trás. Ao parar a música, a criança que não conseguir sentar sai. Em vez de cadeiras pode utilizar-se arcos.
c- Corrida aos arcos: Os jogadores arrumam-se em coluna por um, as equipes se colocam em duas fileiras paralelas. À frente de cada uma, a certa distância, coloca-se (ou desenha-se) um arco no chão. Cada equipe  recebe uma bola. Dado o sinal o primeiro de cada equipe corre com a bola na mão até o círculo, entra nele e volta correndo para a sua equipe. Entrega a bola ao segundo da fila e coloca-se no final da fila e assim sucessivamente até que todos tenham participado. A equipe que terminar no menor tempo ganha. Se a bola cair, o participante deverá repetir o percurso.
d- Correndo com bastões: Formam-se duas equipes. Cada equipe organizar-se-á em duas colunas por um que se cruzam perpendicularmente. À frente de cada uma risca-se o chão para marcar o início e o final. Dado o sinal, o primeiro de cada coluna corre em direção à esquerda, contorna todo o círculo passando pela frente dos outros grupos com um bastão na mão, retorna à sua fila, passa o bastão ao segundo da fila e coloca-se no final da coluna, passando pela esquerda. O jogo prossegue até que todos tenham participado. A equipe vencedora será a que chegar primeiro ao ponto de partida e mantiver a formação da fila adequadamente.
e- Água de beber: As duas equipes se colocam lado a lado, em formação horizontal. Cada participante, com as mãos para trás, segura com a boca, um copo descartável, pelo fundo. Entre as equipes ficará uma mesa com dois copos com medidor. O educador colocará água no copo de cada um dos participantes do final das colunas. Dado o sinal estes irão cuidadosamente passando a água, de copo em copo, até chegar ao último de cada equipe, que irá derramar no copo-medidor. Ganha a equipe, que tiver acumulado mais água neste copo.
1.1- Outras sugestões:
a- Vestir depressa: Duas malas com os mesmos objetos, como:
     - chapéu
     - paletó
     - camisa
     - sapatos
     - gravata com nó
Em um determinado tempo, duas crianças, uma de cada equipe, irão vestir-se com todos os objetos.
b- Desfazer os nós: Uma corda flexível com cinco nós para cada equipe. Dentro de um mesmo tempo as equipes irão desfazer os nós.
2- Sugestão de gincana cultural
a- Charadas:
O que é? O que é?
– É vermelho por fora e vermelho por dentro?
R: Tomate.
– Sou amarelo e não sou ouro: Sou rei, mas não tenho reino.
R: O Sol
– Tem braços e não é gente. Tem leito mas não é cama.
R: O rio
– Gosta de cantar e não é cantor. Acorda todo mundo e não é relógio.
R: Galo
– Tem pé, tem dente, tem barba e não é gente?
R: Pé de milho.
b- Montar e desmontar jogos no menor tempo: blocos de madeira, quebra-cabeça, jogos de encaixar etc.

c- Palavras cruzadas.
d- Criação de letra de música, poesia ou acróstico em torno de um tema.
e- Qual é a música? Descobrir o nome da música tocada, ou cantá-la a partir de uma só frase musical.
f- Mímica para descobrir palavras. Ex.: sol (mímica), dado (mímica) = soldado
g- Jogo de trava- língua. O rato roeu a roupa do rei de Roma.

3- Sugestão de gincana social   
As gincanas sociais ou de solidariedade devem propor atividade em benefício de um grupo (idosos, mães...) ou instituição.
Como exemplos de atividades podemos citar:
     - fazer um salada de frutas
     - cortar legumes em pedacinhos
     - preparar refrescos, sanduíches e doces
     - reaproveitar material descartável
     - coleta de jornais e latas para reciclagem
     - mutirão de pintura, limpeza e arrumação, aprendendo a rea-lizá-lo com boa vontade.
     - preparação de vasos de plantas ornamentai
É importante que o grupo esteja bem motivado para sua realização, por compreender o valor social (ou afetivo) do que irão realizar.     

“ A paz se encontra dentro de nós, mas para buscá-la, precisamos transformar o físico, o emocional e o mental em veículos de harmonia com a Paz.”
(pelo espírito roberto assagioli - livro reflexões sobre a paz, psicografia de ruth brasil mesquita)

sábado, 21 de abril de 2012



MÃO DE MÃE

Esquete pra ser apresentada junto com as crianças.
Fala do reconhecimento do filho caçula, pelo trabalho, carinho e proteção que recebe pela mão de sua mãe.
Personagens : NARRADOR, MÃE, FILHO1, FILHO2, FILHO CAÇULA
Desenhos na cartolina - Carrinho, Bicicleta, Mão, Vídeo-Game, Boneca
NARRADOR: : Certa vez uma mãe para testar seus filhos resolveu fazer o seguinte:
(entra a mãe e vê os dois filhos sentados na frente da igreja.)
MÃE: Meus filhos gostaria de saber de vocês o que querem ganhar de presente.
FILHO1: Hum deixa eu ver....
FILHO2: Deixa me pensar mamãe.
FILHO CAÇULA: Eu já sei o que vou desenhar.
NARRADOR: - Com certeza a mãe já estava pensando o que seus filhos iriam pedir: carrinho com controle remoto, vídeo-game, bonecas... e as crianças começaram a desenhar o presente que tanto queriam.
( Os desenhos deverão estar prontos, de um carrinho, boneca, vídeo-game, etc.).
FILHO1: Vem ver mãe, o que nós desenhamos.
FILHO2: São os presentes que nós queremos.
FILHO CAÇULA: É só desenhei um...
MÃE: Nossa que lindos, um carrinho, uma boneca, um vídeo-game, tem até uma bicicleta, mas espere um pouco, quem fez esse desenho?
NARRADOR: Naquele momento a mãe encontrou algo bem diferente do que ela havia pensado, um presente diferente dos demais.
MÃE: Vamos crianças me digam quem fez esse desenho.
(escondendo o desenho da plateia)
FILHO1: Deixa eu ver mamãe...
FILHO2: Deixa eu ver também...
FILHO1: Foi o Zezinho mamãe
FILHO CAÇULA: Fui eu sim, você gostou?
MÃE: Mas filho isso é apenas o contorno de uma simples mão!
(Mostrando o desenho para o publico)
NARRADOR: Naquele momento o menino não respondeu nada, e aproveitando a ocasião, a mãe resolveu perguntar como eles interpretavam aquele desenho.
MÃE: Meus filhos me digam uma coisa, como é que vocês interpretam o desenho dessa mão?
FILHO1: Acho que a mão de Deus nos dando comida.
FILHO2: Porque tem muitas encomendas do Papai Noel nessa época do ano.
NARRADOR: Finalmente depois de uma série de respostas ela se aproximou-se de seu filho caçula e lhe fez a seguinte pergunta:
MÃE: De quem era a mão de desenhara?
FILHO CAÇULA: É a sua, mamãe.
NARRADOR: Ela então se lembrou de quantas vezes tinha levado o menino pela mão. Embora fizesse o mesmo, com as outras crianças, talvez aquilo significasse muito para ele
MÃE: Sabe crianças nunca tinha pensado que minha mão fosse tão importante.
FILHO CAÇULA: Por Favor, faça com que ela continue trabalhando também durante o próximo ano. Pois suas mãos mamãe, são a coisa mais importante para mim. Quero Ter o mesmo presente no Natal do ano que vem, pois eu sempre vou precisar delas, passe o tempo que passar eu sempre vou precisar de você.

A MAMÃE ESQUECIDA

 

A Verdade

De autoria DESCONHECIDA
Adaptado para Evangelização (Sala 11/12 do ano de 1999) – Naiara Taici Ferreira de Oliveira
PERSONAGENS: Mulher e quatro pessoas representando a Esperança, a Coragem, o Amor e a Felicidade.
Em cena uma mulher desorientada, anda de um lado para outro, até que certo momento pára envolvida em seus pensamentos...
(Aparece a Esperança)
ESPERANÇA: O que é que você procura? Percebo que está em busca de alguma coisa...
MULHER: Eu nem sei... tem tanta coisa desarranjada em minha vida, tanta coisa fora do lugar...
ESPERANÇA: Talvez eu saiba e possa lhe ajudar. Já tenho levado isso para muitos, é para isso que existo.
MULHER: Mas quem é você?
ESPERANÇA: Você não me conhece? Sou aquela de quem nunca pode se separar: represento a Esperança, onde há MÃE ela deve existir.
(A Esperança vai saindo lentamente)
A mãe pára, olha fixamente e chora de cabeça baixa.
(Entra a Coragem)
CORAGEM: Por que eu a encontro assim mãe?
MULHER: Eu não sei, creio que estou fracassando...
CORAGEM: Você é corajosa, não vai fracassar. Se cair, deve se erguer e continuar a lutar. Não é mérito nunca termos caído, e sim termos força para levantarmos depois de nossas quedas.
MULHER: Você me ajuda? Fica comigo?
CORAGEM: Não. Você é que tem que se ajudar. Você tem que acreditar na sua própria força, na sua capacidade de vencer. Tenha Coragem!
MULHER: Parece que tudo está começando a se erguer. Tenho fé, muita coisa boa aparecerá em minha vida. Eu sinto isso...
(aparece o Amor)
AMOR: É assim que gosto de lhe encontrar.
MULHER: O que você vem me oferecer?
AMOR: Amor, vida...o amor é a essência da vida, a razão, pode trazer a alegria e a felicidade, a tristeza ou a agonia, depende da maneira com que você o cultivar em seu coração.
MULHER: Como é que se pode amar?
AMOR: Vivendo. Só na experiência é que um dia você compreenderá...
(sai o Amor e entra a Felicidade correndo)
MULHER: Fica comigo! Preciso de Felicidade...
FELICIDADE: Não posso ficar por muito tempo, nenhuma criatura humana é capaz de me prender.
MULHER: Por quê?
FELICIDADE: Porque represento a Felicidade e vocês nunca percebem quando ela está presente. Vocês sempre a chamam e só dão valor quando já foi.
MULHER: Por que é que você tem que ir?
FELICIDADE: É necessário atender a todos. Descubra a Felicidade MÃE, nas pequenas coisas: na beleza de uma flor, num sorriso amigo, nos seus filhos, no novo dia que nasce e com ele a Esperança, na bênção do trabalho, no pão de cada dia, no sorriso e na graça de cada um dos pequeninos que lhe rodeiam.
(sai a Felicidade correndo)
MULHER: Por quê? (falar bem pensativa) Por que tanto tempo eu vivi e não havia percebido tanta beleza neste mundo? Cada sentimento me mostrou a beleza bem no fundo das pequenas coisas. É só seguir o meu caminho e tenho certeza que a cada passo irei encontrá-los, pois sei que estão dentro mim ...
(aparecem os sentimentos e falam)
TODOS: Os sentimentos estarão sempre com você, desde de que cultive a oração e elevação dos seu pensamentos. Sempre que estiveres triste lembre-se que existe algo mais forte e inteligente e que deseja que todos cresçam: DEUS.
MULHER: E quando enfim, quiseres saber quem sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda...Chamo-me Amor, o remédio para todos os males que te atormenta o Espírito. Eu sou MÃE!...tal a responsabilidade que a mim foi confiada.
ESPERANÇA: Quando um a um lhe fornecerem os ideais mais belos e se sentirem no auge do desespero, apela pela Esperança: a Esperança
que lhe robustece, a Fé que lhe acalenta os sonhos.
CORAGEM: Quando extinguir o ânimo para arrastares as vicissitudes da vida e se achares na iminência de desfalecer, chame a Coragem: a força capaz de remover as pedras do caminho.
AMOR: Quando se julgar incompreendido dos que lhe circundam e vires que em torno há diferença, acerca-se de Amor: a luz, sobre cujos raios se aclamam a pureza de suas intenções e a nobreza de seus sentimentos.
FELICIDADE: Quando duvidar de tudo, até de suas próprias convicções, recorre a Felicidade: a crença que lhe inunda a Luz e entendimento e lhe habilita para a conquista da evolução.

Ilustração: O macaco peralta

Fig 1



Fig 2



Fig 3



Fig 4

Ilustração: OS AMIGOS INVISÍVEIS


Anexo 1


Fig 1


Fig 2


Fig 3



Fig 4


Fig 5