Precursores do Espiritismo

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tema Básico: Autoconhecimento (3)

Objetivos:
- Realizar o esforço do autoconhecimento necessário à progressiva melhoria do ser.
 
- Reconhecer que a agressividade traz prejuízos à nossa vida.

1- Atividade Dinâmica:
2- Harmonização Inicial
3- Atividade Introdutória
3.1- Prender ao mural um coração de cartolina. Dentro de uma caixa, colocar em tirinhas de papel, palavras expressando sentimentos positivos e negativos. Deve haver uma para cada participante. Esses sentimentos podem ser expressos em uma ou mais palavras, na linguagem habitual do grupo. (amor aos animais, pena dos outros, preguiça...).
3.2- Cada participante deverá apanhar um papel. O sentimento será lido e, se for bom, deve ser colado no coração. Se não for, o educador sugere que deverá ser jogado no lixo. A cada sentimento lido deverá ser perguntado:
– É bom ter esse sentimento no coração? Por quê?
4- Atividade Reflexiva
4.1- Narrar: o domador feroz
4.2- Promover a reflexão e o diálogo através das seguintes perguntas:
– Que tipo de pessoa o dono do circo queria para trabalhar no circo?
– Como era o ambiente de trabalho no circo?
– Por que o domador não serviu para o trabalho?
– Que “fera” o domador tinha dentro de si?
– O domador conhecia essa sua “fera”? Isso pode causar prejuízos na sua vida?
– É importante conhecermos nossos sentimentos? Para quê?
4.3- Concluir que:
Ü Nós temos no nosso coração os mais variados sentimentos, alguns são bons, outros não.
Ü Devemos conhecer bem nossos sentimentos e emoções, para que possamos melhorá-los dia a dia.
5- Atividade Criativa
5.1- Distribuir papel, lápis de cor ou hidrocor e propor que escrevam um livrinho contando a história de um menino que conseguiu “domar a sua fera”.
5.2- O texto será único, criado através de história coletiva.
5.3- Cada participante desenhará uma cena do livrinho que terá título, autores, personagens, tal como um livrinho de história. Depois de pronto será apresentado a outros grupos, como estímulo.
6- Harmonização Final/ Prece
6.1- Da forma habitual. Visualizar árvores agitadas por uma ventania. Aos poucos ela se acalma e tudo se aquieta. Tudo fica em paz.
6.2- Meditar:
A cada dia mais me conheço e melhoro meus sentimentos.


7- Auto-Avaliação

O DOMADOR FEROZ

O DOMADOR FEROZ
(Autor ignorado)
Importante circo chegou na cidade com estréia marcada para o domingo seguinte. Mas o dono do circo estava com um problema sério. O domador estava doente, com muita febre. E agora? Uma das atrações mais importantes!...

Fig.1-
“Precisamos de um domador experiente”. Assim dizia o cartaz na porta do circo.
Muitos candidatos se apresentaram. Alguns desistiram só de olhar para a jaula com tigres e leões ferozes.
Feitos os testes, sobrou um homem bem grande e corajoso.
– Muito bem, o emprego é seu. Amanhã às sete horas em ponto esteja aqui. Começaremos cedo o trabalho – falou o dono do circo.
No dia seguinte, às 11 horas da manhã, chega o grandalhão.
– O que houve, meu amigo? – perguntou o dono do circo.
Não passei bem a noite – disse o homem, meio sem graça.

Fig.2-
Ficou com medo das feras?! – perguntou, de brincadeira, um dos rapazes.
Mal acabou de falar, levou um tremendo soco e caiu no chão.
– Você ficou maluco? O rapaz está brincando, não teve intenção de ofendê-lo. – falou o dono do circo.
– Comigo é assim. Não levo desaforo de ninguém. Fraco e abusado não se manifesta – falou o domador.

Fig.3-
Lamento muito, mas você está despedido. Viajamos o mundo todo com o circo, vivemos como uma família. Todos aqui são amigos. Não posso aceitá-lo com esse temperamento.br> – Mas eu vim domar feras, não é verdade? Não vim ouvir piadas.
– É verdade. Mas uma pessoa que não consegue domar uma só fera dentro de si mesmo, não serve para domar meus animais.

Ilustração O DOMADOR FEROZ

Fig 1

 Fig 2

 Fig 3


Tema Básico: Emoções - 2

Objetivo:
Reconhecer que os conflitos psicológicos podem gerar emoções perturbadoras e doenças.

1- Atividade Dinâmica: sugestões no MA-03 e MA-05.
2- Harmonização Inicial
3- Atividade Introdutória
Com as crianças sentadas na rodinha, perguntar a cada uma:
– Você tem alguma coisa que gosta muito e que se alguém tirasse, você brigaria?
Anotar as respostas para melhor conhecimento das crianças e condução do diálogo.
4- Atividade Reflexiva
4.1- A partir das respostas dialogar para que as crianças entendam que não devemos deixar que os outros tirem o que é importante para nós; mas defender-se não é agredir, perder a calma, perder a paciência, xingar, chutar os objetos.
4.2- Narrar: a mestra d. galinha
4.3- Avaliar a compreensão da história, através de perguntas.
– Quando Liloca ficava cheia de manchas vermelhas na pele?
– Por que Liloca colheu os repolhinhos antes de crescerem?
– Por que Liloca estava tão zangada no ônibus?
– Por que Liloca chutou o boliche?
– O que Liloca observou na D. Galinha?
4.4- Pedir que as crianças, observando as gravuras 2,3 e 4 digam o que Liloca fez de errado e qual seria a ação correta em cada situação. Ressaltar as vantagens da ação correta, e de estarmos sempre em paz para termos boa saúde.
5- Atividade Criativa
Todos de pé em dupla. Propor a brincadeira de “Amigo”. O educador sugere a situação e as crianças (a dupla) expressam-na através de gestos.
Exemplo:
• Os amigos acordam... (espreguiçam-se, calçam-se, escovam dentes...)
• Os amigos se arrumam...
• Os amigos se encontram...
• Os amigos se cumprimentam...
• Os amigos marcham no mesmo lugar...
• Os amigos batem palmas, todos juntos...
• Os amigos pulam num pé só...
• Os amigos pedem licença para trocar de lugar...
• Os amigos desenham segurando juntos o mesmo lápis... (deixar material já preparado)
• Todos os amigos se sentam em silêncio.
6- Harmonização Final/ Prece
6.1- Pedir que o grupo pense num céu muito azul, sem nenhuma nuvem. Imaginar que olha esse céu sentindo alegria e paz.
6.2- Meditar:
Como é bom viver em paz com meus amigos!

7- Auto-Avalição

A MESTRA D.GALINHA


Liloca era uma menina muito esperta.
Seus colegas a chamavam de “Liloca-bombinha”.
Sabem por quê? Por qualquer contrariedade, fazia um “barulhão”.
Discutia. Brigava com os colegas. Falava alto.
Parecia mesmo uma bombinha estourando.

Fig.1- E sempre que discutia, Liloca ficava cheia de manchas vermelhas no rosto, no pescoço, nos braços...
Liloca se perguntava: – Por que eu fico assim?
Vocês saberiam explicar?
Para vocês pensarem melhor, vou falar um pouco mais de Liloca.
Um dia Liloca fez um canteirinho de repolhos no quintal.
Todos os dias cuidava dele e os repolhos iam crescendo, devagar como crescem as plantas, os vegetais e as crianças. Mas Liloca não quis esperar.

Fig.2- Pegou sua pazinha e colheu vários repolhos.
Só que eles estavam ainda pequeninos, bem diferentes daqueles que o Seu Armando colhe na sua horta.
E Liloca começou a chorar reclamando do tamanho dos repolhos...
Liloca tinha razão?

Fig.3- No outro dia Liloca e sua mãe foram fazer compras. O trânsito estava difícil e o ônibus demorou a chegar à cidade. Liloca ficou de cara feia, reclamando da demora.
Logo a menina ficou com aquelas manchas vermelhas...

Fig.4- O mesmo aconteceu no dia em que foi jogar boliche com as amiguinhas.
Perdeu várias vezes na brincadeira.
Irritada, chutou os boliches e discutiu com as amigas.
Logo depois, apareceram as manchas vermelhas.
Vocês já sabem qual é o problema de Liloca?
Isso mesmo! Ela fica cheia de manchas sempre que fica irritada ou furiosa.
Quando uma pessoa é assim, o seu corpo sempre adoece, cada um de um jeito.
Uns ficam com manchas vermelhas, outros ficam com dor de estômago.
Mas Liloca está mudando.
Sabem quem está ensinando a menina a ser mais calma?

Fig.5- D. Galinha!
Liloca observava todos os dias a galinha chocando, pacientemente, os seus ovos.
Para aquecê-los, ali ficava no choco, na mesma posição muito tempo. Sempre quietinha, paciente...
Durante vinte e oito dias ali ficou, até os pintinhos nascerem. E agora eles estão crescendo, espertos e sadios.
Liloca compreendeu que todas as coisas boas só são conseguidas com calma, com boa vontade, com paciência...
Desta forma, teremos paz.
E com paz no coração temos mais saúde...
E acendemos mais uma luzinha no “eu-luz”...

Ilustração A MESTRA D.GALINHA

 Fig 1


 Fig 2


 Fig 3


 Fig 4


 Fig 5




segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Tema Básico: Autoconhecimento (1)

Objetivos:
Reconhecer que a auto-aceitação é condição para uma vida feliz.

1- Harmonização Inicial
2- Atividade Dinâmica: sugestões no MA-03 e MA-05.
3- Atividade Introdutória
3.1- Oferecer a um menino uma máscara de carneirinho (anexo1). Perguntar:
– Fulano quer ser bonzinho como um carneiro. Basta ele colocar esta máscara para tornar-se bom e manso como um carneirinho?
3.2- Oferecer a outro menino uma máscara de leão (anexo 2). Perguntar:
– Se este menino fosse calmo, ele ia ficar feroz só porque colocou a máscara do leão?
4- Atividade Reflexiva
4.1- Conversar com as crianças que não ficamos mansos como um carneirinho ou ferozes como um leão porque colocamos uma máscara, ou até mesmo a pele do carneiro ou do leão. Cada um tem as suas qualidades: carneiro é manso, leão é feroz e as crianças nasceram para serem bondosas e amigas. Não importa se são altas ou baixas, gordas ou magras, brancas ou negras. Cada um deve gostar de si mesmo como é; o importante é ser bom.
4.2- Narrar: o limão insatisfeito
4.3- Perguntar:
– Por que o limão galego não estava satisfeito?
– O que ele queria ser?
– Como foi parar no pé de tangerina?
– O limão virou tangerina de verdade?
– Por que ele foi parar no lixo?
– A gente deve fingir ser o que não é?
– É importante cada um gostar de si mesmo?
– Leão nasceu para ser feroz e as pessoas nasceram para serem...?
4.4- Perguntar às crianças se conhecem pessoas que são desprezadas ou recebem apelido por um defeito físico, ou pela cor da pele, por ser gorda ou magra demais etc.
4.5- Ouvir as crianças, concluindo que todos têm o seu valor. Devemos considerar, não as diferenças do corpo, mas o que a pessoa é: bondosa, alegre, amiga... E como é bom estar ao lado de uma assim!

 4.6- Cantar e ensinar a música: a foquinha, de autoria de Sonia da Palma (CD, Histórias Cantadas / LFC)

Foquinha é linda,
toda pretinha
É tão gordinha
Não tem perninha
E quando bota a bola no nariz
Equilibra, não deixa cair.
Joga no chão, bate palminha
Todo mundo pede bis.

Os animais são diferentes
Assim também a gente
O importante é perceber
Que cada um tem seu valor
Ter respeito
E aprender a dar amor.


5- Atividade Criativa
Incentivar as crianças a criarem e dramatizarem boas ações utilizando as máscaras do leão e do carneiro.
6- Harmonização Final/ Prece
6.1- Visualizar-se num lugar agradável, com muitas árvores.
6.2- Meditar:
Estou calmo e feliz. Deus me ama.

7- Auto-Avaliação

O LIMÃO INSATISFEITO


Fig.1- Num mesmo pomar viviam lado a lado um pé de limão galego e um pé de tangerina.
O pé de tangerina estava sempre com crianças à sua volta.
Era depois da brincadeira...
Era na volta da escola...
Era depois do jantar...
As crianças deliciavam-se com as gostosas tangerinas.

Fig.2- Um limão galego do pé de limão vizinho olhava aquilo muito aborrecido.
Ninguém queria saber dele.
Nenhuma criança o olhava com alegria, como faziam com a tangerina.
Também... os limões eram tão azedos!
E eles iam ficando esquecidos no seu pé até ficarem velhos... ou até quando a cozinheira se lembrava deles para temperar a carne ou a salada.
Mas aquele limão galego não aceitava viver assim. Tudo que ele queria era ser doce como uma tangerina.
Aconteceu que, num dia de temporal o vento o arrancou do limoeiro e ele caiu... num galho do pé de tangerina.
Meio assustado, o limão galego viu que estava bem ao lado de uma tangerina bem gordinha.

Fig.3- Ficou feliz! Agora, naquele pé, poderia passar por uma tangerina e seria admirado por todos.
O limão ajeitou-se da melhor forma que pode, bem junto a uma folhinha e ali ficou com ares de tangerina.

Fig.4- Dias depois, o limão foi colhido junto com as tangerinas pela dona da casa e colocado numa linda fruteira em cima da mesa da sala de jantar.
E no meio das tangerinas, ninguém desconfiava que ele era um limão galego.

Fig.5- Naquela noite, depois de ter sido provado pela caçulinha da casa, o limão galego acabou na lata do lixo, misturado a restos de comida e pó de café.
E assim acabou a vida do limão que não se aceitava, sem ao menos saber do seu grande valor: o de curar muitas doenças.

Ilustração: O LIMÃO INSATISFEITO

Anexo 2

 Fig 1



 Fig 2


 Fig 3



 Fig 4

 Fig 5



Anexo 1

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Tema: Ação e Reação - 1

OBJETIVO:
Identificar a Lei de Ação e Reação com conseqüências numa mesma existência.

1. ATIVIDADE DINÂMICA
EXERCÍCIOS DE LINHA
É atividade criada por Montessori para desenvolver a concentração, o equilíbrio corporal e a coordenação de movimentos. Originalmente era realizado em cinco fases, mas vamos sugeri-lo simplificado em três fases:
1- atenção
2- concentração/ execução
3- imobilidade/ relaxamento
Exemplo:
1- Explicar e treinar o que as crianças devem fazer ao ouvir os instrumentos:
- tambor (1 toque) - marchar fortemente
- sininho (1 toque) - marchar naturalmente
- tambor (3 toques) - parar ficando imóvel
2- As crianças, guardando um espaço entre elas, ao ouvirem os instrumentos executam as ações sobre uma linha circular, traçada no chão previamente.
3- Aos 3 toques do tambor, ficam imóveis, e a uma ordem, sentam à vontade na linha.
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Utilizando o fantoche “Sabe-tudo”, realizar um diálogo com as crianças sobre os cuidados que devemos ter com os objetos, colocando-os, depois de usá-los, nos lugares certos para que possam ser encontrados facilmente. O fantoche pedirá que as crianças prestem atenção à história.
4. ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Narrar: a distração de candinha
4.2- O fantoche “Sabe-tudo” volta a conversar com as crianças, avaliando com perguntas a compreensão da narrativa e lembrando outros cuidados que evitam acidentes ou prejuízos.
4.3- O fantoche continua a conversa e ensina a quadrinha com a música de “Ciranda, Cirandinha”:
Guarda, guarda, guarda tudo,
Cada coisa em seu lugar
Faça tudo com atenção
Para as coisas encontrar.
4.4- Repetir para que as crianças aprendam.
5. ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Apresentar objetos comuns como, por exemplo, um copo de papel, perguntando:
– O copo serve para colocar água, refresco ou leite. O que mais eu poderia fazer com um copo de papel? (porta-lápis, joguinhos...)
5.2- Possibilitar às crianças fazer essas montagens sugeridas, usando sucata.
5.3- Ao final, mostram o que fizeram e pergunta-se:
– Qual o lugar de colocarmos este... (porta-lápis...)?
Continuar a atividade enquanto houver interesse.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Mostrar às crianças uma flor como, por exemplo, uma dália. Pedir que observem:
– Vejam como as pétalas (indicar) desta flor são bem “arrumadinhas” e fazem que ela seja tão bonita!
6.2- Pedir que se sentem em silêncio, respirem calmamente e fiquem pensando nessa flor tão bonita que Deus criou (30 segundos).
6.3- Meditar:
Deus faz tudo com ordem e beleza. Eu vou também fazer.
7- AUTO-AVALIAÇÃO

A DISTRAÇÃO DE CANDINHA


Fig. 1- Totó era o cachorrinho mais esperto da sua rua.
Candinha passava horas alegres com seu bom companheiro.
Todas as tardes a menina brincava com ele no quintal de sua casa.
Ela jogava para o alto bolas, ossos de borracha e outros objetos.
Tudo Totó abocanhava, em grandes saltos, levando de volta para a sua dona.
Ele parecia até um animal de circo!

Fig. 2- O avô de Candinha trouxe-lhe um grande cacho de bananas colhido no seu sítio.
De tarde, a menina comeu algumas bananas e foi jogando as cascas para brincar com Totó.
Depois as cascas foram ficando pelo chão... Candinha nem pensou no perigo.
No final da tarde, começou uma forte ventania.
Em poucos minutos caíam grossos pingos de chuva.
Dona Esmeralda, a mãe de Candinha, estava muito ocupada com o jantar e pediu para a filha recolher depressa toda a roupa que estava no varal.
A menina obedeceu logo a mamãe. Correndo, com os braços cheios de roupa, nem viu as cascas de banana espalhadas pelo chão.

Fig.3- E... zás! Escorregou e lá se foram as roupas pelo chão!
Candinha olhou desconsolada. Como mamãe trabalhou para que as roupas ficassem bem clarinhas! E agora? Estavam todas enlameadas.

Fig.4- Com pá e vassoura, Candinha recolheu as cascas de banana, enquanto pensava:
“Ah! distração danada!...”


Ilustração: A DISTRAÇÃO DE CANDINHA

Fig 1


 Fig 2




 Fig 3




 Fig 4


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Teia de aranha



Material: rolo de barbante.
Usando barbante ou lã, cruzar o fio várias vezes por dentro de um círculo formado por participantes, em pé ou sentados, que segurarão o fio. Dois a dois experimentam passar pelos espaços formados sem tocar no fio. Sugerimos que os participantes sejam incentivados a deslocar-se pela “teia” de maneiras diferentes.

Tema: Emoções - 1

Objetivos:
- Reconhecer que as experiências vividas influenciam nossas emoções, sentimentos e atitudes, podendo gerar conflitos, traumas psicológicos e doenças.
 
- Identificar as atitudes adequadas para a conquista do equilíbrio do ser.

1- Atividade Dinâmica: sugestões no MA-03 e MA-05.
2- Harmonização Inicial
3- Atividade Introdutória
Mostrar duas ou três figuras grandes, retiradas de revistas, que mostrem pessoas ou animais. Por exemplo, uma família reunida, um animal sozinho, uma ou mais crianças. As gravuras devem expressar emoções diferentes.
4- Atividade Reflexiva
4.1- Estimular a observação com perguntas:
• A pessoa (ou animal) está alegre ou triste? Envergonhada? Com raiva? Carinhosa? Com medo? Espantada?
• Quando você está triste, o que gosta que o amigo lhe faça?
• E você acha que pode ajudar um amigo que está triste? Como?
4.2- Narrar: um passeio no sítio
4.3- Perguntar:
– Por que Glorinha tinha tanto medo da piscina?
– Glorinha era quase um bebê quando caiu. Será que ela se lembrava ainda do que tinha acontecido?
– Glorinha não se lembrava de ter caído na piscina. Mas, o que ficou “lá dentro dela”?
– Vocês acham que Juliana ajudou Glorinha a vencer o medo da água? Como ela conseguiu?
– De que devemos ter medo?
4.4- Concluir que:
Ü As coisas que nos acontecem ficam guardadas dentro de nós, mesmo quando a gente não lembra. E, um dia, sem entender, a gente pode sentir medo de algumas coisas.
Ü É importante não dar susto nos colegas nem causar medo de qualquer tipo.
Ü Também não devemos caçoar das dificuldades dos colegas, mas procurar entender o medo que sentem.
Ü Lembrar que Jesus é um amigo que nos dá força para vencermos qualquer dificuldade.
Ü Devemos ter medo do que é perigoso para nós (dar exemplos do cotidiano).
5- Atividade Criativa
Propor às crianças montarem, em duplas, rostos diferentes, usando os desenhos do anexo 1 dizendo, depois, qual a emoção que o rosto mostra. Incentivar o grupo a ajudar os amiguinhos. Reproduzir o anexo 1 de acordo com o número de duplas.

6- Harmonização Final/ Prece
Pedir que as crianças pensem em alguém muito bom e amigo. Um amigo invisível, que está sempre conosco e se alegra quando fazemos boas ações. Sentir que essa pessoa lhe dá sua mão e diz:
Estou sempre com você. Sou seu amigo.

7- Auto-Avaliação

Historinha: UM PASSEIO NO SÍTIO


Fig.1- Glorinha era quase um bebê quando caiu com seus brinquedos numa piscina grande. Ela logo foi salva mas, levou um grande susto e chegou até a perder o choro!
A Glorinha cresceu. Um dia, sua turma da escola foi fazer um passeio no Sítio Arco Íris. Glorinha achou lindo o sítio e as crianças também.

Fig.2- Chegou a hora em que todos foram para a piscina, que era bem bonita, com muitos brinquedos coloridos. Tinha até um elefante vermelho que soltava água da tromba. Todas as crianças estavam se divertindo muito... menos Glorinha.
Glorinha não queria molhar nem o pezinho. Quando alguém insistia, ela corria e se afastava muito assustada.
Por que a Glorinha parecia ter medo da piscina?
Sua amiguinha Juliana viu que era muito bom brincar na água e resolveu ajudar a amiga.

Fig.3- Juliana chamou a Glória para brincar na concha, que era uma piscina bem pequena e sem água. Aos poucos, Juliana foi tirando com seu balde a água da piscina maior e colocando um pouquinho de cada vez na concha.

Fig.4- As duas começaram a brincar com um barquinho que conseguiram colocar boiando na água. Glorinha se divertiu muito e parece que, aos poucos, foi perdendo o medo da água.
No final do dia Glorinha foi se aproximando da piscina das crianças. Sempre de mãos dadas, a Juliana e Glorinha cochicharam, combinando alguma coisa...

Fig.5- De repente as duas, ao mesmo tempo, pularam na parte mais rasa da piscina. Os coleguinhas bateram palmas e cantaram para Glorinha (deixar as crianças sugerirem a música).
Juliana e Glorinha são amigas até hoje.

Ilustração: Um passeio no sítio

 Anexo 1



 Fig 1



 Fig 2



 Fig 3



 Fig 4



 Fig 5

domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz ano novo



O ano novo só é novo se fizermos coisas novas!
Inove e renove!
Role na areia, abrace seu cachorro, diga aquela pessoa que está afim dela, perca a timidez , tome banho de chuva, faça bolhas de sabão...
Curta a vida de um modo diferente
Renove e inove.