Precursores do Espiritismo

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

TATU BOLINHA


Todos os animais que viviam no Bosque das Flores acordavam bem cedo para trabalhar.
Os pássaros voavam levando palhinhas para fazer o ninho (flanelogravura 1).As abelhas colhiam o néctar das flores (flanelogravuras 2 e 3) e na colméia preparavam o delicioso mel.
O pica-pau, com seu bico comprido, caçava insetos que viviam na casca das árvores (flanelogravura 4).Os esquilos (flanelogravura 5) carregavam sementinhas para comer e guardavam outras, bem escondidinhas, para se alimentarem quando chegasse o tempo do frio.
Só o tatu Bolinha não queria fazer nada (flanelogravura 6). Os coleguinhas chamavam:
– Vamos estudar, Bolinha. Venha também aprender.
Tatu Bolinha espreguiçava-se, espreguiçava-se...mas não saía do lugar.
De manhã sua mãe lhe dizia:
– Bolinha, venha ajudar seus irmãos a procurar alimento.
O tatuzinho levantava-se bem devagar e só conseguia ficar pronto quando todos já estavam de volta. Bolinha só era ligeiro quando chamado para brincar.
Um dia todos os animais combinaram fazer uma grande arrumação no bosque, antes da chegada do tempo das chuvas.
Quando o tatuzinho viu a movimentação dos animais e também que não poderia escapar do trabalho, foi para a beira do rio (retirar as flanelogravuras anteriores e colocar (flanelogravura 7) e enrolou-se todo, ficando como uma bola, completamente parada. Mais parecia uma pedra redonda (flanelogravura 8).Os animais iam e vinham, mas ninguém descobria o tatu.
De repente o céu escureceu. As nuvens grandes foram ficando cada vez mais baixas e escuras.
O temporal não tardava a cair. Todos os animais voltaram depressa para as suas casas. Só tatuzinho continuava parado e enrolado, no mesmo lugar, sem nada perceber do que acontecia.
O temporal e a ventania começaram tão fortes que Bolinha foi facilmente arrastado e - plom - caiu no rio (movimentar a flanelogravura 8).As águas do rio rolavam como um mar bravo.
Bolinha não pode salvar-se.
Quando deixou o corpo, Bolinha arrependeu-se de ter sido tão preguiçoso. Chorou muito. Viu que não aproveitou a vida para melhorar-se. Cansado de sofrer, Bolinha pediu para nascer outra vez. Prometeu melhorar-se e tornar-se bom e trabalhador.
Os outros tatuzinhos, que também já tinham deixado o corpo, perguntavam desconfiados:
– Será que você vai mesmo cumprir esta promessa?
– E vocês, o que acham? (ouvir as respostas)
Papai do Céu deixou que ele nascesse de novo. Mas não no Bosque das Flores. Nasceu numa terra que não tinha muitas árvores. O alimento era pouco e ele tinha que andar muito para achá-lo. A terra era dura, difícil de cavar e fazer o esconderijo para sua comidinha do tempo do frio (flanelogravura 9).Bolinha trabalhou bastante. Fez o que prometeu. E ainda ajudava a procurar alimento para os animais velhinhos ou doentes.
***
– Vocês acham que, nessa nova vida, o tatuzinho está esforçando-se para melhorar?
– E você também está?

Tema: Vidas Sucessivas - 1 (crianças de 4 a 7 anos)


TEMA BÁSICO:
VIDAS SUCESSIVAS
OBJETIVO:
Identificar a reencarnação como um mecanismo da Lei Divina que propicia a evolução espiritual.
crianças de 4 a 7 anos


1. ATIVIDADE DINÂMICA

LÁ VEM O RATO

As crianças organizam-se em círculo e no interior fica uma delas segurando uma cordinha amarrada em um ratinho de brinquedo ou um saquinho de areia.
Ao sinal de início a criança do centro vai puxando o cordão bem junto aos pés das crianças. Cada uma deverá saltar no mesmo lugar, evitando que o rato toque seus pés. Quando forem tocados, a criança sairá da roda. Vence a que ficar por último sem ser tocada.
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar o bonequinho do anexo 1 (previamente colado em papelão). Pedir que as crianças vistam o bonequinho com as diferentes roupas (que devem ser coloridas e coladas em cartolina fina). A cada vestimenta perguntar:
– O que parece ser o nosso boneco? (um médico, um operário, um príncipe...)
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dizer que na brincadeira que acabaram de fazer, o boneco era sempre o mesmo e só a roupa foi trocada. Explicar que nós também somos assim:
Ü quando nascemos ganhamos um corpo bem pequenino, que depois vai crescendo, crescendo...;
Ü nosso corpo serve de “roupa” para o Espírito;
Ü nós nascemos muitas vezes, sempre mudando o corpo, tal como a roupa do boneco;
Ü nascemos para nos tornarmos melhores, para aprendermos a ser bons.
4.2- Narrar: tatu bolinha
4.3- Pedir às crianças que respondam às perguntas do final da história.
5. ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Pedir que as crianças recontem a história à vista das flanelogravuras (inicialmente colocar as de número 1 a 6, seguindo, depois, a orientação dada na história para a substituição das figuras).
5.2- Propor a dramatização da história. O educador faz o papel de narrador.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
Meditar:

Vou ser cada vez melhor.

sábado, 24 de setembro de 2011

MARECHAL RONDON - HOMEM DE PAZ

Tema : Paz A Grande Conquista
(obs: ilustrações na pagina desenhos e ilustrações)

No dia 5 de maio de 1865 nasceu o menino Cândido Mariano da Silva Rondon. Bisneto de índios, estudou em Cuiabá onde formou-se professor, aos dezesseis anos de idade. No intervalo dos estudos ia ajudar o tio, que o criou, na vendinha da roça.
Fig. 1- Nas folgas gostava de dar uns mergulhos no rio. Adorava nadar e andar “plantando bananeira”.
Fig. 2- Em 1881 foi para o Rio de Janeiro estudar na Escola Militar. Foram tempos difíceis. Tinha que agüentar o deboche de alguns colegas que falavam:
– Você pensa que vai passar com a matemática que aprendeu em Cuiabá?
Rondon respondia, serenamente:
– Bem, não custa tentar.
Rondon estudou muito e pelas excelentes notas tirou “distinção” e passou a ser respeitado pelos colegas. Sua saúde, no entanto, não era nada boa. Uma vez, Rondon desmaiou. Teve complicações e ficou tão grave sua saúde, que os colegas começaram a organizar uma lista para o enterro do rapaz. Mas um dia, Rondon levanta-se da cama e pede aos colegas: – Estou com vontade de comer abacaxi!
Acharam que estava delirando e, com o consentimento do médico, resolveram atender seu “último pedido.” Rondon comeu abacaxi e melhorou. Depois pediu uvas, mamão, banana, pêras e foi comendo de tudo. Espantou a todos com sua melhora. Ficou bom. Em agradecimento aos colegas, passou a dar aulas, gratuitamente, para eles. Sempre foi um aluno exemplar.
O Brasil com seu imenso território precisava melhorar suas comunicações. O imperador D Pedro II determinou então que as comunicações pelo telégrafo sem fio (o mais adiantado da época) se estendessem do Rio de Janeiro até Cuiabá. Teriam que colocar postes e estender fios por diversas cidades. Nessa época Rondon era capitão-engenheiro e foi-lhe dada essa importantíssima missão.
Fig. 3- Rondon tornou-se conhecido por seu trabalho junto aos índios. Chefiou diversas expedições pelas florestas brasileiras fazendo contatos pacíficos com os indígenas. Tinha um lema:
– Morrer, se necessário for, matar, nunca!
Rondon nunca usou suas armas contra homens.
Apesar da grande responsabilidade do trabalho da expedição, Rondon era calmo. Acordava todo dia às quatro horas da manhã e mergulhava no rio para nadar, um pouco, antes do café.
A sobrevivência na selva era difícil. Mas Rondon conhecia a floresta. Sua expedição alimentava-se de palmito, mel, chá, peixe e caça. As doenças da selva (malária e impaludismo) matavam muitos militares das expedições e Rondon chegou a receber ajuda dos próprios índios, tão temidos por muitos, e que faziam os trabalhos mais difíceis, de remover troncos e abrir caminhos dentro da mata.
Graças à grande habilidade de Rondon no trato com os indígenas e pelo espírito de paz que ele manifestava, conseguiu manter um clima de cordialidade e paz entre brancos e índios.
Rondon abriu estradas ligando pontos distantes do nosso país e ajudou os índios, vítimas de fazendeiros que invadiam suas terras e os matavam. Descobriu e deu nome para rios, lagos, vales e montanhas do nosso imenso país.
Em 1910 assumiu a chefia do Serviço de Proteção aos Índios. Mais tarde criou o Parque Nacional do Xingu. Em 1955, foi promovido a marechal. Estava presente na importante cerimônia um índio carajá.
Marechal Rondon - um homem de caráter firme, que trabalhou muito e passou a ser conhecido e  respeitado mundialmente, por ser um homem de paz. Desencarnou em 1958, com 93 anos de idade.



JOÃO BRIGÃO


TEMA BÁSICO:
PAZ, A GRANDE CONQUISTA

OBS: AS ILUSTRAÇÕES  DESTA HISTORINHA ESTÃO NA PÁGINA DESENHOS E ILUSTRAÇÕES)

Fig. 1- João Brigão era um menino terrível.
Por qualquer coisa discutia, brigava, xingava, ficava nervoso.
João Brigão quase não tinha amigos.
Mas ele queria tanto ter amigos...
Na pracinha do bairro, João Brigão conheceu um menino diferente - o Vicente.

Fig. 2- Vicente era sempre calmo. Conversava e brincava tranqüilo, sorria muito e tinha bons amigos. Nada parecia aborrecer o menino...
Um dia, vovô Otávio, que costumava sentar-se na pracinha contou para o João, o segredo de Vicente.
Vovô Otávio contou que Vicente é assim porque tem paz no coração! E quem tem paz no coração, nada perturba, nada o aborrece. Nem o frio, nem o calor. Nem xingamento, nem as brincadeiras bobas dos colegas.
João Brigão tornou-se amigo de Vicente. E, acreditem: foi mudando de jeito, mudando tanto que, um dia, quando passava por um caminho...
– Olha a cobra!

Fig. 3- Era o grupo dos meninos provocadores que, naquele momento jogou uma cobra morta na frente de João. Ele apenas afastou a cobra com o pé.

Fig. 4- Não discutiu, não xingou; e continuou no seu caminho.
A turma estava espantada! Que aconteceu ao João Brigão? Vocês sabem?
João, que não é mais brigão, agora tem paz no coração!

ANIVERSÁRIO DO VAGALUME




TEMA BÁSICO:
PAZ, A GRANDE CONQUISTA

obs: As ilustrações  desta historinha estão na página desenhos e ilustrações)
Fig. 1- O Vagalume resolveu comemorar o seu aniversário e fazer uma grande festa no jardim. Saiu então convidando todos os bichinhos.
– Toc, toc, toc. Bom dia, Dona Abelha.
– Bom dia Vagalume, que bons ventos o trazem até minha casa?
– Venho convidar a senhora para a minha festa de aniversário. – respondeu o Vagalume.
– Que beleza! Estou muito honrada pelo convite. Mas, quem estará nesta festa? - perguntou  a Abelha.
– Todos os habitantes deste jardim. – disse o Vagalume
– Todos? Sinto muito, mas não irei. – falou a Abelha.
– Mas, por quê? - perguntou o Vagalume.
– Não chego perto da Aranha. Da última vez me prendi em sua teia, disse a Abelha, e levei mais de uma hora para me soltar.
E assim o Vagalume foi de casa em casa, sempre ouvindo um “não” como resposta.
Fig. 2- – Eu não posso ficar perto da Dona Abelha. - disse a Formiga. O cheiro de mel me enjoa.
Fig. 3- – Eu não passo nem perto da Lagarta. - falou o Mosquito. Ela é muito lenta. E as desculpas se repetiam. Uns reclamavam das diferenças dos outros, até que... de repente começou a chover. Choveu muito. A água começou a invadir o formigueiro e a formiguinha sem saber  o que fazer começou a gritar.
– Socorro!!! Socorro!!!
Fig. 4- A  Abelha escutou a gritaria e voou rapidamente para salvá-la. No meio do vôo um pingo mais forte caiu sobre a Abelha, que perdeu o controle, bateu em um galho de árvore e gritou:
– Ai, que dor!!
Lá do alto Dona Aranha viu todo o acontecido; rapidamente desceu pela teia e resgatou as duas.
Todos estavam salvos no salão de festa do Vagalume, quando deram falta da Lagarta. Olharam para baixo e viram aquela pobre lagartinha quase morta, já sem forças.
Fig. 5- – Deixa que eu vou salvá-la – disse o Mosquito. E voou para socorrê-la.
Fig. 6- Mais tarde, já salva e junto dos outros, Dona Lagarta abraçava comovida o Mosquito:
– Obrigada. Sem a sua ajuda acho que morreria afogada. Obrigada, Sr. Mosquito.
– Que nada! - dizia ele.
Todos juntos descobriram o quanto o outro pode nos ajudar e que podemos conviver em paz, apesar de nossas diferenças. Aproveitando a ocasião, o Vagalume então pediu:
– Pessoal, já que estamos aqui à toa e está chovendo muito, a gente podia ouvir um pouco de música do    Sr. Mosquito, saborear um pouco de mel da Dona Abelha, servido pela D. Formiga, enquanto a Dona Lagarta canta?
Fig. 7-Todos gostaram muito da idéia. O Vagalume piscava a sua luzinha... E, assim a festa durou a noite toda e foi o melhor aniversário que o Vagalume já teve.
E por estarem convivendo em paz uns com os outros, todos também sentiam paz e alegria no coração.
(colaboração da equipe do programa “despertar de um mundo melhor” - lfc)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Tema: VALORIZAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA -1 (crianças de 4 a 7 anos)

TEMA BÁSICO:
VALORIZAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA

OBJETIVO: Valorizar a vida em geral e, particularmente, a própria existência.

J crianças de 4 a 7 anos



1- Atividade Dinâmica
2- Harmonização Inicial
3- Atividade Introdutória
3.1- Colocar sobre uma mesa: pedrinhas, uma plantinha, pequenas margaridas naturais e outras semelhantes, porém artificiais.
3.2- Pedir a uma criança que separe o que pode crescer e morrer.
4- Atividade Reflexiva
4.1- Perguntar ao grupo se a criança separou corretamente e por que crescem e morrem. (O objetivo da atividade é a percepção, pela criança, do fenômeno da vida).
4.2- Continuar o diálogo:
– Que acontece se eu colocar na terra a plantinha?
– Que acontece se eu plantar as pedrinhas?
– Como o colega reconheceu as margaridas que têm vida?
– Que outros seres têm vida?
– Que outras coisas não têm vida?
– Quem deu vida aos seres?
– Quais os seres vivos mais importantes que Deus criou?
– Como devemos tratar tudo que tem vida? Sabem por quê?
4.3- Concluir que a vida vem do amor de Deus e tudo que tem vida deve ser cuidado, não o destruindo sem necessidade.
4.4- Mostrar as figuras dos anexos 1, 2 e 3. Perguntar quem está fazendo ações certas e quem está fazendo ações erradas e porquê.
4.5- Concluir que:
Ü Deus está em todos os seres.
Ü Devemos respeitar e cuidar de todos os seres vivos, desde as plantinhas até as pessoas.
5- Atividade Criativa
5.1- Distribuir massa plástica, pedindo que as crianças, em suas mesas, façam coisas que Deus criou e nós devemos cuidar.
5.2- Com o material criado, e mais sucata se necessário, montar um cenário sobre um pedaço de madeira ou papelão.
5.3- Pedir que as crianças digam frases bonitas sobre o que fizeram. Escrevê-las, colocando-as em destaque.
6- Harmonização Final/ Prece
6.1- Colocar fundo musical suave e pedir que as crianças façam relaxamento. Fechando os olhos, sintam os movimentos respiratórios colocando a mão sobre o peito.
6.2- Meditar:
A vida vem do amor de Deus. Obrigado pela vida.

7- Auto-Avaliação


Anexo 1



Anexo 2


Anexo 3


PAZ, A GRANDE CONQUISTA - 5 (Crianças de 8 a 12 anos)


TEMA BÁSICO:
PAZ, A GRANDE CONQUISTA
OBJETIVO:
Identificar a paz como a grande conquista da alma, resultado da sua harmonização com a Lei Divina.  

Crianças de 8 a 12 anos


1. ATIVIDADE DINÂMICA:
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar a seguinte situação:
João, homem já idoso, internado num hospital com uma doença incurável, chama Otávio, seu filho mais velho, para conversarem. O pai revela ao filho o grande segredo de sua vida e lhe dá uma importante tarefa. (anexo 1)

• O segredo do pai:

– Otávio, como você sabe, sou um homem muito rico e importante aqui no interior. Mas comecei essa fortuna de maneira errada. E hoje minha consciência me acusa. Ernesto era meu sócio nos negócios. Tudo que ganhávamos era dividido em partes iguais. Até o dia que Ernesto sofreu um acidente e morreu. Deixou mulher e filhos pequenos. Eu agi muito mal. Fiquei com o dinheiro dele quase todo e dei uma pequena parte para a viúva. A família ficou na pobreza. Mais tarde soube que a pobre mulher ficou doente e morreu. Os filhos foram para um orfanato. Eu causei essa infelicidade à família de um amigo. Agora, quero morrer em paz e não consigo. Sinto-me perturbado pelo remorso. Ajude-me, meu filho!

• A tarefa que o pai deu ao filho:

– Pegue uma boa quantia no Banco, vá até a capital, onde ninguém me conhece e dê esse dinheiro para uma obra de caridade que seja séria. Diga que a doação é em nome de Ernesto da Silva. Mas dê somente para alguém que seja sério e não faça como eu fiz. Volte logo porque sei que não vou durar muito tempo. Quem sabe assim a minha consciência fica em paz, já que não posso voltar o tempo.

• O filho na capital:

Otávio chega na Rodoviária da capital, toma um taxi e dirige-se para uma boa instituição que presta  assistência à famílias necessitadas. Entrega uma pasta cheia de dinheiro. Volta para sua cidade pensando:
– Meu pai agora está com a consciência tranqüila.                                 
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Refletir com o grupo sobre as seguintes questões:
– João, no leito da morte, possuía tudo o que dinheiro pode comprar; mas ele era feliz? Por quê?
– Quando João era bem jovem e ficou com o dinheiro do seu sócio ele pensou que um dia sentiria remorso?
– Por que à medida que nos aproximamos da morte sentimos mais remorso dos erros cometidos?
– O que era o mais importante para João agora: o dinheiro ou a consciência em paz?
– Quando agimos de maneira honesta, de acordo com as leis de Deus, como fica nossa consciência?
– E quando agimos mal, ganhamos dinheiro de forma desonesta, levando prejuízo a outras pessoas, como fica nossa consciência?
– A doação do dinheiro para os necessitados acalmou a consciência de João. Mas será que ele anulou o mal praticado?
– Se o João visse seu sócio como um irmão, filho do mesmo Pai, com as mesmas necessidades dele, teria feito o que fez?
Observação: É importante esclarecer que o que nos tira a paz são os “monstros” que criamos (anexo 2). Para João foi o monstro da Ambição. Para outros é o monstro da Inveja; ou o monstro da Vaidade; ou o monstro do Orgulho...
– Vocês querem ver quantos monstros criamos com o nosso pensamento?
4.2- Apresentar as seguintes situações para debate:
Um menino estava muito feliz quando viu seu vizinho ganhar um lindo par de tênis. Ele logo desejou ter um igual e ficou irritado quando soube que não poderia ter um. Sentiu-se  infeliz e perdeu a paz.
– Qual foi o monstro que o fez perder a paz?
– Por que ele deu tanta importância a um tênis? É mesmo importante?Uma pessoa não aceita estar envelhecendo. Quando sai de casa coloca chapéu e óculos escuros para que ninguém veja as rugas no seu rosto. Muitas vezes ela, desgostosa nem sai de casa, sentido-se sozinha e revoltada. Perdeu a alegria de viver e a paz.
– Qual foi o monstro que a fez perder a paz?
– Qual seria a atitude correta?Um filho gostava muito do pai. Ele fez algo errado e o pai o repreendeu. Ele não gostou de ser repreendido e afastou-se do pai. Quando o pai chegava, ele saía. A partir daquele momento, a paz da família desapareceu.
– Qual foi o monstro que ele abrigou no coração?
– Qual seria a atitude correta?
4.4- Concluir que:
Ü Quem faz mal ao outro, sente ódio, pratica a violência ou deseja demasiadamente as coisas do mundo, perde a paz e a consciência tranqüila.
Ü A consciência continua depois da morte do corpo.
Ü A verdadeira paz é a paz da consciência tranqüila, que é a maior conquista do ser humano.
Ü A paz do mundo começa dentro de cada pessoa. Uma pessoa de paz pode transformar uma família; uma família transforma uma comunidade e uma comunidade transforma uma sociedade.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
Pedir que, em pequenos grupos, criem e apresentem uma música a respeito da importância da paz.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Pedir que visualizem Jesus falando para a multidão. Muitos estão sentados, outros de pé, mas todos estão em silêncio ouvindo o Mestre. Uma suave brisa envolve todo o ambiente.... Sentir-se também nesse local em profunda paz... Uma imensa alegria o envolve.
6.2- Meditar

O amor de Jesus me envolve. Sinto imensa paz.

7- AUTO-AVALIAÇÃO


Anexo 1



Anexo 2

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Tema: Paz a Grande Conquista - 4 (Crianças de 8 a 12 anos)

OBJETIVO:
Identificar a paz como a grande conquista da alma, resultado da sua harmonização com a Lei Divina.


1. ATIVIDADE DINÂMICA
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Fazer previamente um dado com, no mínimo 10 cm de aresta. Cada lado contém um símbolo diferente. O participante joga o dado e a figura que ficar para cima será cumprida, dentro do tema – paz, a grande conquista.
a- ponto de interrogação - O participante faz uma pergunta de acordo com o tema, a um colega da sua direita.
b- coração - Dizer a um colega da sua esquerda uma frase ou uma saudação sobre a paz. Lembrar a saudação de Jesus: “Paz seja convosco!”
c- notas musicais - Cantar uma música que fale de paz.
d- a palavra paz - Completar a frase: Sinto paz quando ...
e- uma pomba branca (símbolo da paz) - Contar uma breve história feliz sobre a paz.
f- uma TV - Dizer uma notícia boa sobre a paz.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Dizer que a paz é muito importante para o homem. Só existe felicidade onde existe paz. Muitas pessoas em muitos lugares do mundo trabalham pacificamente para a paz. É necessário muito esforço de cada um de nós para conseguir a paz verdadeira. Dizer que vai contar uma história real de um brasileiro muito importante, que trabalhou muito para a paz, principalmente entre brancos e índios.
4.2- Narrar: marechal rondon - homem de paz. (obs: ver página historinhas)
4.3- Perguntar:
– Vocês já tinham ouvido falar no Marechal Rondon?
– Conhecem outras pessoas que também colaboraram ou colaboram para a paz? Quem?
– As pessoas que só fizeram o bem  e não fizeram nenhum mal, como Madre Teresa de Calcutá, Irmã Dulce, Betinho, Dr. Bezerra de Menezes, são pessoas de paz?
– E nós podemos ser também pessoas de paz? Como?
4.4 - Concluir que:
A paz resulta de uma consciência tranqüila, harmonizada com a Lei Divina.
Aquele que trabalha, cumpre com seus deveres, age de forma honesta, ajuda o próximo, se esforça por melhorar porque tem confiança em Deus, está em paz.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Dividir o grupo em 3 ou 4 subgrupos. Pedir que cada subgrupo faça um desenho que represente a paz.
5.2- Cada subgrupo apresenta o trabalho e fala, se desejar. Expor os trabalhos no mural. Perguntar se durante a confecção do trabalho o clima do subgrupo foi de plena paz.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Cantar uma música que fale na paz como, por exemplo, “Paz pela Paz”, de Nando Cordel.
6.2- Pedir que, de pé, formem um círculo e cantando baixinho, fechem os olhos e estendam a mão direita.
6.3- Preparar previamente corações pequeninos iguais, de papel colorido, dobrá-los em 4 e colocar na mão de cada participante.
6.4- Dizer que vai contar de 1 até 3 e quando ouvirem o número 3 poderão abrir os olhos e abraçar quem tiver uma “figura” igual a sua. (Todos se abraçarão porque os corações são iguais)
7- AUTO-AVALIAÇÃO

sábado, 17 de setembro de 2011

PAZ, A GRANDE CONQUISTA -3 (aula para jovens e adultos)

TEMA BÁSICO:
PAZ, A GRANDE CONQUISTA
OBJETIVO
Identificar a paz como a grande conquista da alma, resultante da sua harmonização com a Lei Divina. 
Faixa Etária
:A partir dos 13 anos


1. ATIVIDADE DINÂMICA
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
3.1- Dizer:
– Uma senhora teve uma doença muito grave e ao curar-se resolveu que o resto de sua vida trabalharia como voluntária no Instituto do Câncer, ainda que enfrentando as dificuldades do trânsito de uma cidade grande. Um homem é foragido da cadeia. Chegou a um campo onde há muito Sol e muitos pássaros, para descansar um pouco. De vez em quando, olha ansioso para todos os lados.
3.2- Perguntar:
– Qual dessas pessoas sente mais paz? A senhora que está na cidade grande ou o homem  que está no belo campo?
4- ATIVIDADE  REFLEXIVA
4.1- Ouvir os participantes. Levá-los a refletir que a paz não depende tanto do lugar onde se está, ou dos bens que se tem ou seja, de um estado exterior, mas de um estado interior, de consciência tranqüila.
4.2- Narrar o caso:
             Um homem certa vez, procurou um sábio e perguntou-lhe;
– Vivo atormentado. Estou velho e doente. Não tenho família, portanto não tenho herdeiros.
Vivo só e tenho medo que ladrões invadam a minha casa e me matem para roubar. Já coloquei alarme e contratei seguranças. Mas não tenho paz. O que devo fazer para encontrar a paz? O sábio respondeu:
– A falta de paz vem do apego exagerado a todos os seus bens. Por que não experimenta dar uma finalidade mais útil a seus bens? Por que não beneficiar outras pessoas?
– Mas, como? respondeu o homem. Tudo que tenho é fruto de trabalho. Comecei cedo , lutei muito. Tenho uma fábrica. Sou um homem responsável. Por que beneficiar outras pessoas?
– Torne seus bens mais úteis. Ajude os necessitados. Pense nisso! Vá em paz! concluiu o sábio.
O homem saiu pensativo... O tempo passou. Anos mais tarde o homem voltou a procurar o sábio.
– O senhor lembra de mim? – disse o homem.
– Sim, claro. Parece mais jovem. Vejo que está bem – respondeu o sábio.
– Segui o seu conselho. Não estou mais doente. A fábrica não é só minha. Tenho sócios. Com isso ganhei uma família. Os filhos deles me chamam de avô. A fábrica mantém cursos para que todos possam estudar. Minha casa vive rodeada de amigos. Não tenho medo de estranhos por que não vivo mais sozinho. E, acima de tudo vim agradecer-lhe porque encontrei a paz.
– Fico feliz, mas o conselho não é meu. É recomendação de Jesus.
4.3- Debater com o grupo o caso apresentado concluindo:Ü Quando a nossa felicidade depender de coisas materiais ou de pessoas, se as perdemos, perdemos também a felicidade e a paz.Ü A paz verdadeira surge da consciência tranqüila , feliz e que confia em Deus.Ü Os erros que cometemos no passado fizeram parte do nosso aprendizado. Não devemos fixar culpa mas sim ter decisão firme de não repetir os mesmos erros.Ü Quem alimenta ódios, de qualquer natureza: violência, egoísmo, ambição exagerada, jamais alcançará a paz e nem auxiliará na paz do mundo.Ü Nenhuma ação de violência doméstica ou social nos conduzirá à paz.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
Pedir que os participantes formem duplas e citem atos que contribuam para a paz. Anotar no quadro.
Em seguida, o educador ordenará as citações compondo um poema com o seguinte título:
Trabalho pela paz quando...
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Relaxamento na forma habitual. Pedir que cada um escolha e visualize uma cena que revele paz entre os homens.
6.2- Meditar:
Busco a paz na harmonia com Deus.
7- AUTO-AVALIAÇÃO

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Paz, a grande conquista - 2 (crianças de 4 a 7 anos)


TEMA BÁSICO:
PAZ, A GRANDE CONQUISTA
Objetivo
Identificar a paz como a grande conquista da alma, resultado da sua harmonização com a Lei Divina.   

J crianças de 4 a 7 anos




1. ATIVIDADE DINÂMICA

2. HARMONIZAÇÃO INICIAL

3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Conversar com as crianças sobre condições da natureza ou da vida social para que identifiquem o que sugere paz ou falta de paz. Pedir que expressem através de gestos o seguinte:
- um mar em paz; e sem paz.
- um pássaro que parece estar em paz; e outro sem paz.
- dois amigos brincando em paz; dois amigos que não estão em paz.

4- ATIVIDADE REFLEXIVA

4.1- Apresentar a história utilizando cineminha: JOÃO BRIGÃO.
obs: Página Historinhas

4.2- Avaliar a compreensão através de perguntas:
– Por que o João não conseguia ter amigos?
– Qual era o segredo que o vovô Otávio contou para João?
– O Vicente se aborrecia com as brincadeiras bobas dos colegas? Por quê?
– O João pensou bem no que o vovô Otávio disse?
– A partir daí o que aconteceu com o João?
– O João continuou brigando com todo mundo?
– Os colegas provocaram o João? O que fizeram?
– O que devemos fazer quando alguém está nos provocando?
– Quem está sempre brigando consegue ter paz no coração?

4.3- Esclarecer que: quando estamos muito agitados e sem paz podemos parar um pouco e pedir, através da prece, ajuda a Jesus.

4.4- Fazer um grande coração simbolizando o coração em paz. Pedir que uma criança de cada vez, chegue bem perto do coração, diga uma situação que a faz sentir-se em paz. Estimular a fala apresentando exemplos para que comentem, tais como:
- ir passear na casa da vovó;
- sentar-se à sombra de uma árvore;
- passear com a mamãe numa praia bonita;
- participar da “harmonização”;
- observar as flores de um jardim;

5- ATIVIDADE CRIATIVA
Confeccionar pequenos corações para que criem um ou dois móbiles de corações. Prendê-los em fio de “nylon” e pendurá-los em aro de arame forrado com papel. Os móbiles irão simbolizar os coraçõezinhos em paz da turminha.

6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Visualizar um mar calmo. Você está sentado na areia. Observar as ondas que chegam pequenas e mansinhas até à praia molhando seus pezinhos. Ouvir o barulho do mar. Você se sente em paz.
6.2- Meditar:
Sinto paz no coração.

7- AUTO-AVALIAÇÃO

Tema: Paz a grande conquista - 1 (crianças de 4 a 7 anos)

Aula 1

TEMA BÁSICO:
PAZ, A GRANDE CONQUISTA
OBJETIVO: 


Identificar a paz como a grande conquista da alma, resultado da sua harmonização com a Lei Divina.  

J Crianças de 4 a 7 anos




1. ATIVIDADE DINÂMICA
2. HARMONIZAÇÃO INICIAL
3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Propor às crianças expressarem com movimentos do corpo as seguintes situações:
a- Uma abelha fica presa numa teia de aranha.
     A aranha desce pela teia para soltar a abelha.
b- Uma lagartinha já sem forças tentando se salvar de uma enchente.
     Um mosquito ajudando a lagartinha a se salvar usando um galhinho de árvore.
4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1- Perguntar:
– A abelha e a lagartinha, no momento da dificuldade, estavam em aflição ou em paz?
– Quando foram salvas ficaram aflitas ou em paz?
– Quem as ajudou a ficarem em paz?
– Nós podemos também ajudar alguém a ficar em paz?
– E quando ajudamos, nós também ficamos em paz? Por quê?
4.2- Contar a história: O ANIVERSÁRIO DO VAGALUME. 
(obs: Página Historinhas)
4.3- Perguntar:
– Todos os bichinhos do jardim gostavam do vagalume?
– E gostavam também uns dos outros?
– E porque não viviam em paz eles não queriam ir à festa do vagalume?
– O que aconteceu quando começou a enchente?
– Os bichinhos ajudaram uns aos outros?
 Isso foi bom? Por quê?
– O que aconteceu depois?
– É bom viver em paz? E viver brigado?
– O que precisamos fazer para viver em paz?
4.4- Concluir que:Ü Devemos ajudar uns aos outros porque assim encontraremos a paz.
5- ATIVIDADE CRIATIVA
Pedir que as crianças modelem bichinhos e criem, com os personagens, situações em que todos se ajudam e vivam em paz.
6- HARMONIZAÇÃO FINAL / PRECE
6.1- Da forma habitual com a visualização de um jardim florido, sentindo bem estar.
6.2- Meditar:
Ajudo e sinto paz.
7- AUTO-AVALIAÇÃO