Precursores do Espiritismo

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sábado, 24 de setembro de 2011

ANIVERSÁRIO DO VAGALUME




TEMA BÁSICO:
PAZ, A GRANDE CONQUISTA

obs: As ilustrações  desta historinha estão na página desenhos e ilustrações)
Fig. 1- O Vagalume resolveu comemorar o seu aniversário e fazer uma grande festa no jardim. Saiu então convidando todos os bichinhos.
– Toc, toc, toc. Bom dia, Dona Abelha.
– Bom dia Vagalume, que bons ventos o trazem até minha casa?
– Venho convidar a senhora para a minha festa de aniversário. – respondeu o Vagalume.
– Que beleza! Estou muito honrada pelo convite. Mas, quem estará nesta festa? - perguntou  a Abelha.
– Todos os habitantes deste jardim. – disse o Vagalume
– Todos? Sinto muito, mas não irei. – falou a Abelha.
– Mas, por quê? - perguntou o Vagalume.
– Não chego perto da Aranha. Da última vez me prendi em sua teia, disse a Abelha, e levei mais de uma hora para me soltar.
E assim o Vagalume foi de casa em casa, sempre ouvindo um “não” como resposta.
Fig. 2- – Eu não posso ficar perto da Dona Abelha. - disse a Formiga. O cheiro de mel me enjoa.
Fig. 3- – Eu não passo nem perto da Lagarta. - falou o Mosquito. Ela é muito lenta. E as desculpas se repetiam. Uns reclamavam das diferenças dos outros, até que... de repente começou a chover. Choveu muito. A água começou a invadir o formigueiro e a formiguinha sem saber  o que fazer começou a gritar.
– Socorro!!! Socorro!!!
Fig. 4- A  Abelha escutou a gritaria e voou rapidamente para salvá-la. No meio do vôo um pingo mais forte caiu sobre a Abelha, que perdeu o controle, bateu em um galho de árvore e gritou:
– Ai, que dor!!
Lá do alto Dona Aranha viu todo o acontecido; rapidamente desceu pela teia e resgatou as duas.
Todos estavam salvos no salão de festa do Vagalume, quando deram falta da Lagarta. Olharam para baixo e viram aquela pobre lagartinha quase morta, já sem forças.
Fig. 5- – Deixa que eu vou salvá-la – disse o Mosquito. E voou para socorrê-la.
Fig. 6- Mais tarde, já salva e junto dos outros, Dona Lagarta abraçava comovida o Mosquito:
– Obrigada. Sem a sua ajuda acho que morreria afogada. Obrigada, Sr. Mosquito.
– Que nada! - dizia ele.
Todos juntos descobriram o quanto o outro pode nos ajudar e que podemos conviver em paz, apesar de nossas diferenças. Aproveitando a ocasião, o Vagalume então pediu:
– Pessoal, já que estamos aqui à toa e está chovendo muito, a gente podia ouvir um pouco de música do    Sr. Mosquito, saborear um pouco de mel da Dona Abelha, servido pela D. Formiga, enquanto a Dona Lagarta canta?
Fig. 7-Todos gostaram muito da idéia. O Vagalume piscava a sua luzinha... E, assim a festa durou a noite toda e foi o melhor aniversário que o Vagalume já teve.
E por estarem convivendo em paz uns com os outros, todos também sentiam paz e alegria no coração.
(colaboração da equipe do programa “despertar de um mundo melhor” - lfc)

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